Dica Netflix | Nerve – Um jogo sem regras

Dica Netflix | Nerve – Um jogo sem regras

Um suspense disponível na Netflix que traz a temática adolescente com um trágico fundo de realidade

Vamos lá, primeiramente gostaria de esclarecer que se você é adolescente, meu amor, essa sensação de imortalidade não te pertence e se você fizer merda, no português mais claro da coisa, você vai se lascar. Todos nós já tivemos essa fase e alguns ainda estão nela, essa necessidade em provar algo, ter algo, ser algo que a maioria das pessoas julgam ser o correto nem sempre fica para trás com a maior idade.

filme nerve netflix
Vee (Emma Roberts) prestes a ser colocada contra a parede por nunca se arriscar em nada (Foto: Divulgação/IMDb)

Nerve nos mostra um jogo parecido com o “Verdade ou Desafio” que conhecemos só que online, sem verdades e o desafio digamos que não será só dar um selinho em alguém. Com milhares de pessoas acessando e falando sobre isso, é quase como se La Casa de Papel tivesse estreado e você ainda não tivesse assistido. Ao acessar o jogo te dão duas opções: jogador ou observador.

Voltando a parte da necessidade em provar algo que quase sempre sentimos, é aqui que temos o grande lance inicial da trama: Vee (Emma Roberts). A adolescente nerd que se vê em atrito com sua melhor amiga e decide mostrar que é mais do que todos pensam que ela é. Ao entrar como jogadora ela acaba conhecendo Ian (Dave Franco) e juntos eles precisam cumprir uma sequência de desafios bem fofa para reviver os desejos adolescentes incubados dentro de nós (te falar que James Franco era minha paixão, mas o irmão dele é tão maravilhoso quantOPA, me empolguei aqui, desculpem, voltamos com o post).

filme nerve um jogo sem regras
Ian (Dave Franco) e Vee (Emma Roberts). Sim, na maior parte do filme quando Dave Franco aparecia eu ficava com essa mesma carinha da Vee na foto, não deu para controlar (Foto: Divulgação/IMDb)

A coisa toda começa a esquentar e os desafios começam a ficar perigosos. A aflição com todas as pessoas e observadores com o celular ligado e filmando tudo que estava acontecendo foi grande, principalmente, porque hoje nós estamos exatamente assim. Não é preciso um jogo online para provar esse nosso lado observador, por mais trágica que seja a situação sempre terá alguém com um celular na mão filmando ao invés de tentar ajudar, impedir ou fazer algo. É triste. É trágico. É real.

Acredito que por estarmos sempre online, nosso senso humanitário (ou seria solidário?) está cada vez menor. Os jogadores começam se colocando em situações ridículas, interessados em aumentar o número de visualizações e atrair mais observadores, depois aceitam desafios perigosos e espanta como você mesmo ao assistir o filme vai ficando mais interessado. Somos atraídos a uma enorme ratoeira sem nem perceber direito. E não são apenas visualizações, seguidores e likes, o jogo oferece dinheiro. É quase como se o YouTube decidisse citar as regras e temas para seus vídeos. Sim, já existem aqueles que fazem desafios e é claro que eles estão nessa exatamente pela “fama online” e dinheiro que pode vir com ela. Mas no jogo é diferente, ele instiga o jogador ao máximo e no seu limite.

nerve filme
“Os Observadores irão te encontrar” (Foto: Divulgação/IMDb)
filme nerve um jogo sem regras
“Desafio completo” (Foto: Divulgação/IMDb)

Assusta um pouco pensar que estamos todos online no NERVE como meros observadores. O filme é importante para essa geração que está crescendo com a internet, senti falta de um clima um pouco mais pesado, pelo assunto e a proximidade que ele tem com a realidade, devia ser mais sombrio, mas talvez se fosse assim não atingiria o público principal que ele precisa atingir. Espero que possamos todos criar certa consciência desse caminho que estamos tomando, é perigoso mesmo não tendo nenhum hacker te ameaçando (ainda).

O filme é dirigido por Ariel Schulman e Henry Joost. Baseado no livro de Jeanne Ryan, confesso que fiquei curiosa para saber mais sobre a história, mesmo gostando da produção e adorando o clima néon que deram nas cenas quero saber como é o resultado original da trama. No elenco também temos Miles Heizer (13 Reasons Why), Samira Wiley (Orange is the New Black) e Emily Meade (The Leftovers).

Assista ao trailer:

Até a data desse post o filme encontra-se disponível na Netflix*

Todas as fotos usadas estão sob licença do site IMDb*

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Anúncios
The Sinner | Como um trauma pode abalar nossa mente

The Sinner | Como um trauma pode abalar nossa mente

Sem Spoiler | Série de suspense da Netflix é digna de maratona, uma vez que começa a assistir, fica difícil não querer descobrir o seu desfecho

A Netflix cada vez mais investe em conteúdo original e direitos de produções, esse mês tivemos a estreia de The Sinner, uma produção original do canal USA Network que a rainha do streaming conseguiu os direitos. A série tem uma proposta de que em cada temporada contará uma história diferente e nessa estreia temos Cora (Jessica Biel), uma mulher aparentemente comum que assassina brutalmente um homem na frente de várias testemunhas.

A série pode parecer lenta para algumas pessoas, mas consegue surpreender a cada fim de episódio, sempre fisgando a atenção de quem assiste. Eu acabei caindo em uma maratona por simplesmente não conseguir largar o seriado. A urgência em entender toda a história de Cora é pregada nos primeiros minutos.

serie the sinner
Jessica Biel e Bill Pullman (Foto: Divulgação/IMDb)

Cora viveu uma vida de abusos, sempre influenciada pela irmã doente e culpada pela mãe fanática, nunca teve decisão sobre si mesma e era incapaz de dizer não para aqueles que amava. A culpa é um peso exaustivo para carregar sozinha durante anos, mas mesmo assim, mesmo depois de tudo que viveu, ela conseguiu construir sua família. Claro, ainda tendo a sensação de que algo estava faltando, mas como ninguém nunca deu a real importância que ela merecia, não era capaz de enxergar que precisava de ajuda.

A trama mostra o pior das pessoas que não estão acostumadas a expor esse lado. Mostra como o ser humano pode ser falho e cruel, independente, de seus motivos. Existem traumas que são capazes de acionar o corpo de uma forma involuntária. A nossa mente é realmente um lugar sombrio para guardarmos nossas lembranças.

serie netflix the sinner
Jessica Biel ao interpretar Cora mostra quão talentosa ela consegue ser (Foto: Divulgação/IMDb)

Existe uma falha no roteiro, não posso mentir sobre isso. Mas a importância dessa falha dependerá de cada um que assistir a série. Eu mesma não consegui identificar, só fui descobrir ela lendo comentários de pessoas que já haviam terminado a temporada. E, confiem em mim, mesmo as que perceberam, não estavam infelizes em descobrir a série, muito pelo contrário.

Jessica Biel está impecável em sua atuação, suas reações acabam sendo um dos melhores pontos da série, pois ao mesmo tempo que emociona, intriga e deixa mais difícil a descoberta do que realmente aconteceu com sua personagem. Vocês podem discordar, mas achei o Bill Pullman, que interpreta o investigador Harry Ambrose, a cara do Robin Williams! E Christopher Abbott, que vive Mason Tannetti o marido de Cora, me lembrou demais o Jon Snow de Game of Thrones.

Todos os episódios estão disponíveis no catálogo da Netflix. Assista ao trailer:

Todas as fotos usadas no post estão sob licença do site IMDb*

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Sem Spoiler | AKA segunda temporada de Jessica Jones

Sem Spoiler | AKA segunda temporada de Jessica Jones

A primeira temporada de Jessica Jones estreou em novembro de 2015. Mais uma das produções originais Netflix em parceria com a Marvel. A heroína também participou dos Defensores, que reuniu todos os heróis, mas não agradou tanto assim a crítica. Dois anos depois, finalmente, podemos retornar a história da investigadora que em sua temporada de estreia inspirou campanhas e aumentou os números de mulheres que denunciavam os abusos cometidos por seus parceiros. Foi um alcance épico.

Jessica (Krysten Ritter) tenta recuperar sua vida normal de volta, se é que é possível certa normalidade para a nossa heroína que é sempre relutante em se enxergar como tal. Porém, alguns fantasmas do passado parecem não concordar com isso e voltam a atormentar. Após a morte do vilão Killgrave (David Tennant), tive certo receio com essa nova temporada, mesmo eu passando um tremendo nervoso com ele, esperava que aproveitassem mais da sua vilania e que não o descartassem tão fácil.

segunda temporada de jessica jones
Como se essas algemas adiantassem de alguma coisa, né? (Foto: Divulgação/IMDb)

A temporada inicia bem, no decorrer dela achamos que alguns núcleos são desnecessários, como Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss), Malcon (Eka Darville) e Trish (Rachael Taylor), mas ao fim é possível compreender e aceitar cada acontecimento nesses 13 novos episódios. Tudo contribuiu para o desenvolvimento dos personagens, expôs melhor as características de cada um, incluindo as da própria Jessica. Nenhuma outra série da Marvel na Netflix se preocupou tanto com isso, o que pode nos deixar perdidos no meio de vários protagonistas descartáveis, mas dessa vez nós conseguimos reconhecer melhor a importância de cada um nessa nova trama.

Conhecemos melhor o seu passado, sua família e como que seus grandes poderes a alcançaram. Mas a segunda temporada de Jessica Jones não é apenas sobre isso, é um salto para compreendermos todo o peso que a heroína carrega dentro de si. Somos tão acostumados com a armadura de Jessica, que esquecemos que estamos assistindo a história de uma mulher que já passou por muitas dificuldades.

serie jessica jones netflix
Foto: Divulgação/IMDb

É possível nos identificarmos mais com a história dela nessa nova temporada. Os problemas que ela enfrenta são mais próximos da realidade do que o do restante do time dos Defensores, talvez por isso que eu goste tanto de sua participação nessa parceria entre Marvel e Netflix. Claro, ela foi geneticamente alterada e superpoderes anulam qualquer semelhança com a vida real, mas a maneira como ela lida com tudo, o modo como ela tenta viver, um dia após o outro, é bem próximo de quando também estamos tentando superar os dias ruins.

Assista ao trailer:

Todas as fotos utilizadas nesse post estão sob licença do site IMDb*

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Altered Carbon | O CyberPunk está vivo com nova série original Netflix

Altered Carbon | O CyberPunk está vivo com nova série original Netflix

Vocês não imaginam como estava apreensiva em assistir Altered Carbon, tudo que haviam falado sobre a série até o momento da estreia estava bom demais para ser verdade. A instalação que a Netflix fez na CCXP ano passado estava épica, fiquei cara a com a capa de Joel Kinnaman e assustada com a realidade daquele falso corpo ensacado na mesa. A divulgação estava pesada, eram pôster em bancas perto de casa, trailer na sessão do cinema, trailer sendo exibido no SBT, será que era preciso tudo aquilo? E eu já te respondo aqui mesmo: sim, era preciso sim!

altered carbon vale a pena
Olhem só que visual lindo! (Foto: Reprodução/IMDb)

A nova série original Netflix de ficção científica traz muitas apostas nesse universo que nem sempre tem conseguido ganhar acertos na indústria do entretenimento. Inspirada no livro de Richard K. Morgan, que fora lançado em 2002, Altered Carbon estreia 10 episódios em sua primeira temporada e consegue fazer jus a tanta divulgação em cima de sua trama. São raras as falhas em sua produção, o visual do mundo futurista criado por Laeta Kalogridis está impecável.

A história é sobre o emissário Takeshi Kovacs (Will Yun Lee) que morreu se rebelando contra o sistema. 250 anos depois ele é colocado em um novo corpo que é interpretado por Joel Kinnaman. No futuro, a morte não é mais um limite para os humanos, quando seu corpo morre, é possível fazer backup da sua mente para uma nova capa. O conceito de corpo não existe mais, usamos todos capas e podemos trocá-las, cloná-las, evitando a morte real que só acontece quando seu cartucho é destruído.

critica altered carbon
Esse foi o momento em que Kovacs acordou em uma nova capa, 250 anos depois. (Foto: Reprodução/IMDb)

Kovacs é trazido de volta por Laurens Bancroft (James Purefoy), um milionário que faz parte da classe alta, conhecida como Matusas, imortais perante todo o dinheiro e poder que conseguem ter para si. Alguém tentou matar Bancroft e ele quer o melhor para solucionar seu assassinato, se é que podemos chamar assim já que seu backup não foi danificado e ele continua vivo.

“Não importa o quanto você viva, nunca vai terminar. Tem que aprender a deixar o mundo seguir em frente. Aceite que a morte é parte de vida.”

A morte e a falta dela podem abalar em diversos aspectos, seja a sociedade em um geral ou o psicológico de cada um em si, e durante a história temos a Tenente Kristin Ortega (Martha Higareda) tendo uma bela conversa com sua Avó sobre retornar mais uma vez ou finalmente partir. Outra questão que é abordada de maneira bem sútil na série é sobre gênero, afinal, se somos apenas mente/consciência e podemos retornar em qualquer corpo, que diferença faria eu, mulher, retornar em um corpo masculino e vice-versa? Meu backup estaria intacto, minha essência, digamos assim, não teria nenhuma mudança, apenas meu corpo, então que diferença faz? Todas as discussões sobre o certo e errado que existe nesse tema nos fazem pensar quão pouco sabemos a respeito.

altered carbon serie netflix
Não se enganem, essa baixinha aí da foto, Tenente Ortega, vale quase dois do Kovacs. (Foto: Reprodução/IMDb)

Eu não sei vocês, mas sou completamente apaixonada por ficção! Amo assistir uma série ou filme que é capaz de me fazer viajar para um mundo completamente novo, criado especialmente para aquela história. Altered Carbon não decepciona, a trama é capaz de nos teletransportar para o universo em que ela é ambientada. E que universo! Que paradoxo de futuro que temos para a nossa humanidade!

É possível enxergar as críticas a nossa sociedade nos diálogos. Os Matusas, classe mais rica, são como deuses e nos fazem questionar até onde vai o desejo e ambição daqueles que já têm de tudo. A história é fiel ao retratar a diferença social que é gritante, principalmente em tempos como esse, onde os ricos realmente assumiram o papel de donos do mundo. O que faríamos se tivéssemos acesso a imortalidade?

altered carbon vale a pena
As Inteligências Artificiais em Altered Carbon são os donos de hotéis, casas de show e jogos. (Foto: Reprodução/IMDb)

“Aquilo que acreditamos molda a pessoa que somos. Crenças podem nos salvar ou nos destruir. Mas quando acreditamos em uma mentira por muito tempo, a verdade não liberta. Ela nos destrói.”

Estava com saudade de viajar assistindo algo do gênero. É claro que a série não conseguiu agradar a todos, só espero que consigam atingir o gasto da produção já que muito dinheiro deve ter sido investido. A segunda temporada ainda não foi confirmada, depois do susto que passamos com Sense8, fico receosa em toda produção da Netflix, mas a esperança é a última que morre e espero ter um retorno do Takeshi Kovacs. Maratonei a primeira temporada no final de semana de estreia, espero que você goste e também faça o mesmo. O futuro, meus amigos, eu espero que seja diferente desse de Altered Carbon porque se for, estamos com sérios problemas.

Assista ao trailer:

As cenas de ação, vocês viram essas cenas no trailer? São as melhores da Netflix até agora, deixou as lutas que os heróis da Marvel travam em suas histórias no chinelo.

Todas as fotos utilizadas nesse post estão sob licença do site IMDb*

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Bright | Filme original Netflix é bom, mas…

Bright | Filme original Netflix é bom, mas…

Digamos que Bright seja esse filme que assistimos, gostamos, mas… É aquela trama que deixa a sensação de que algo ficou faltando. Por ser um universo completamente desconhecido, senti que o roteiro ficou corrido e algumas pontas soltas ficaram largadas durante as cenas.

bright novo filme netflix
Tikka (Lucy Fry) é uma aprendiz a Bright, uma iluminada capaz de lançar magias (Foto: Divulgação/Netflix)

Will Smith e Joel Edgerton estão ótimos juntos, Ward e Nick, seus personagens, são os policiais rejeitados do pelotão que acabam se envolvendo em uma loucura. Ambos enfrentam dificuldades no trabalho após um tiroteio sem nenhum bandido preso. O mundo está diferente, dividido entre espécies humanas, elfos e orcs. A rivalidade só aumenta quando Nick Jakoby é o primeiro orc a tornar-se policial, trabalhando como parceiro de Scott Ward, um oficial que não está no melhor momento de sua carreira.

Nesse mundo, os elfos são uma espécie de soberania, classe A, enquanto orcs são como se fossem a classe C e os humanos ficassem ali no meio entre ambos os lados. Algumas lacunas sobre como o mundo passou a ter essa divisão e que batalha foi travada para que cada lado ganhasse seu devido posto ficam sem respostas.

novo filme original netflix bright
Will Smith e Joel Edgerton, Ward e Nick, a dupla policial que deu certo (Foto: Divulgação/IMDb)

Talvez, em sua sequência, possamos entender mais sobre isso e o grande Senhor das Trevas que é a suposta ameaça da história. Existe um grupo, Illuminaris, que pretende trazer esse deus de volta e os dias de juízo final também, mas, até então, esse lado sombrio de Bright não fora tão explorado.

É um bom entretenimento, cumpre o papel de ficção e fantasia com uma produção e caracterização de primeira. A trilha sonora está perfeita, Broken People, que toca no início do filme, está na minha playlist. Um novo universo que se for bem explorado, poderá conquistar um bom espaço na Netflix. São elfos, gente, magia, fadas irritantes e que ninguém gosta, além de clãs de orcs entre os humanos. É história para ser contada em mais de duas horas.

Talvez por isso a impressão que fique seja essa, o filme é bom, mas… Vamos torcer para que na sequência, já confirmada pela Netflix, possamos ter algumas das respostas que ficaram pendentes nessa história, ela tem potencial, só nos resta aguardar e torcer pela produção.

Assista ao trailer:

Todas as imagens usadas nesse post estão sob licença do site IMDb*

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

La Casa de Papel | Por que todo mundo só fala nessa série agora?

La Casa de Papel | Por que todo mundo só fala nessa série agora?

Todo mundo parece só falar nessa nova minissérie que chegou ao catálogo da Netflix recentemente. É La Casa de Papel no Twitter, Facebook, Instagram, trabalho, faculdade, escola, máscaras de Salvador Dali pra lá, Bella Ciao pra cá e no meio de tudo isso você acaba se rendendo, entrando para o time, assistindo um episódio após o outro porque é praticamente impossível largar o desenrolar da trama que te surpreende a cada desfecho.

segunda temporada de la casa de papel
Tão plenos, nem parece que quase mataram a gente do coração na série (Foto: Divulgação/IMDb)

Não se enganem, a produção não é uma original Netflix, é assinada por Álex Pina e produzida pelo canal da televisão espanhola Antena 3. Foram quinze episódios, o primeiro sendo exibido em maio de 2017. Mas apenas no final de dezembro que a série chegou ao serviço de streaming e passou a ser indicada por praticamente todos que assistiam. Acredito que nem mesmo a Netflix esperava todo esse sucesso.

O Professor (Álvaro Morte, não se enganem, não é o Tuco da Grande Família e nem o Danilo Gentili, mas parece) é o grande maestro em reunir e passar as instruções do maior roubo da história. O alvo é a Casa da Moeda da Espanha. Oito assaltantes passando dias trancados com reféns dentro da casa, te fazendo questionar o próprio senso de justiça ao defender com unhas e dentes os bandidos, torcendo para que as vítimas ficassem quietas e obedecessem. Mas me atrevo a dizer que não existem vilões, de fato, nessa série, Pina apresenta cada personagem como um mero ser humano, sendo refém, assaltante ou policial, a trama é baseada nas falhas de cada um deles, nos mostrando um jogo de polícia e ladrão que nem mesmo em nossos sonhos poderíamos ter imaginado algo parecido.

serie la casa de papel netflix
(Foto: Divulgação/IMDb)

Apesar de algumas falhas no roteiro e você não acreditar na audácia de determinadas cenas, é impossível largar o osso depois que começamos a lamber cada episódio como se não houvesse um final para essa história eletrizante. A sintonia do elenco, cada ator em seu personagem, o cenário e a trilha sonora, tudo está tão bem conectado que na maioria das vezes os créditos sobem e você não espera nem os 5 segundos terminarem para ir ao próximo. Acreditem no que falo, ou melhor, escrevo. A série é incrível e o sucesso dela só prova o quanto todos estão certos e apaixonados.

Assista ao trailer:

Vai ter segunda temporada de La Casa de Papel?

Meus amigos, não existe uma segunda temporada. Mas calma, não chorem, existe uma segunda parte que a Netflix lançará em seu catálogo em abril, dia 6 se não houver nenhuma mudança. Como vocês devem ter lido, La Casa de Papel é uma minissérie, geralmente minisséries têm apenas uma temporada, até o momento ninguém sinalizou de que teremos uma segunda temporada para essa história, dependerá do desfecho final dela e, claro, de todo esse sucesso que ela vem fazendo.

A Netflix dividiu os episódios, lançando treze em dezembro e deixando o restante para abril. Oficialmente, na Espanha, a série foi exibida com quinze episódios, mas houveram mudanças no tempo de cada episódio exibido pela Netflix, por isso teremos cerca de seis novos episódios chegando em abril para fechar essa primeira temporada que eu não vejo a hora de assistir!

SPOILER | O que esperar, então, dessa segunda parte?

segunda temporada la casa de papel
A famosa máscara de Salvador Dali ❤ (Foto: Divulgação/IMDb)

Muitas pontas continuaram soltas no final dessa primeira parte. Arturito (Enrique Arce) continua desprezível, ao ser confrontado por Helsink (Darko Peric) parece finalmente ter achado coragem. Denver (Jaime Lorente) e Monica (Esther Acebo) continuam naquele romance bandido (e que não consigo entender direito, mesmo gostando das cenas de ambos) mas o que acontecerá com eles no final? Que futuro terão? Ainda nos romances, Tóquio (Úrsula Corberó) e Rio (Miguel Herrán) foram a prova clara do motivo do Professor ter proibido relacionamentos entre eles nessa operação, quase ferraram todo o plano.

Raquel (Itziar Ituño) vai descobrir a verdadeira identidade de Salva/Professor e deixará os julgamentos de lado? Será que existe alguma chance deles ficarem juntos? Berlim (Pedro Alonso) vai conseguir chegar ao final sem ter matado ninguém e comprometido todo o esquema? Nairóbi (Alba Flores) terá seu final feliz e encontrará seu filho? Moscou (Paco Tous) lançará seu CD? De onde que o Professor e Berlim se conhecem? Será que são irmãos? A casa onde armaram todo o plano sendo descoberta pela polícia foi intencional? Uma pista deixada para trás para ser descoberta e distrair a polícia?

la casa de papel netflix
Minha reação esperando a segunda parte série! (Foto: Divulgação/IMDb)

Como podem ver, estou aqui completamente aturdida e louca para descobrir o desenrolar final dessa história. Ainda bem que existe Netflix para tornar essas produções universais. Eu mesma já quero uma máscara de Salvador Dali e um macacão vermelho para passar o carnaval ao som de Bella Ciao porque estou completamente apaixonada! E vocês?

Agora, vamos lá, todos comigo: OH BELLA, CIAO! BELLA, CIAO! BELLA, CIAO CIAO CIAO!

Todas as fotos utilizadas estão sob licença do site IMDb*

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Natal de Quinta | Filmes para assistir no Natal

Natal de Quinta | Filmes para assistir no Natal

Então é Natal e o que você fez?

Leu a frase no ritmo da música e já sentiu o desespero tomar conta? Calma, respira fundo, também não consegui fazer metade do que planejei em 2016, acontece. A gente pensa que tem o ano inteiro pela frente e quando se dá conta já é Natal de novo! Ho Ho Ho!

Independente de como será a sua comemoração, se você é apaixonado por filmes como eu, com certeza fugirá algumas horinhas para assistir algo. Portanto, tenho aqui 5 filmes para te distrair nesse final de semana natalino que se aproxima. São histórias para os amantes dos clichês e clássicos dessa época festiva.

Enquanto a ceia não fica pronta, a família discute sobre religião e política, o primo bem sucedido chega para te lembrar de todas as chances que perdeu na vida, vamos colocar um filminho para assistir e passar o tempo porque é disso que a gente gosta! E se possível, com algum aperitivo natalino para acompanhar.

filmes para assistir no natal Read more

MINDHUNTER | David Fincher realmente sabe o que faz

MINDHUNTER | David Fincher realmente sabe o que faz

Se você não conhece o homem, talvez conheça suas obras. David Fincher é responsável por grandes adaptações para o cinema como Clube da Luta e Garota Exemplar, além de ter sido um dos primeiros produtores em House of Cards, primeira série original Netflix. E olha que não citei todos os trabalhos do diretor, porque tem muito mais e que você certamente também deve conhecer. O cara sabe o que faz e Mindhunter é mais uma prova disso.

A história é narrada no final dos anos 70 quando a psicologia criminal começou a ganhar estudos e termos no FBI. Foi quando surgiu o termo serial killer, usado para o assassino que comete crimes sequencialmente. É curioso acompanhar como tudo foi tomando forma e meio cruel ver como a maldade sempre esteve presente na nossa história.

“O que as pessoas não fazem umas às outras. Não há nada que não façam.”

vale a pena ver mindhunter
Holden Ford (Jonathan Groff) em uma de suas entrevistas (Foto: Divulgação/IMDb)

Jonathan Groff é o agente Holden Ford, ele enxerga a necessidade de ir além em casos que fogem do comum, onde tirar a vida de uma pessoa parece não ser o suficiente para o assassino. É uma trama pesada, ainda mais quando sabemos que alguns dos crimes ocorridos são reais e que pessoas realmente vivenciaram aquilo. Sem falar na tranquilidade calculada em cada diálogo que parece te arrastar para o fundo do poço junto com o personagem. Um nervosismo que senti crescer dentro de mim cada vez que os assassinos falavam de maneira tão fria e calma sobre acontecimentos tão macabros.

A série é inspirada no livro que reúne relatos do ex-agente John Douglas, ele fez o que ninguém pensou e queria fazer, foi ele que na época conversou com os criminosos. São homicídios que, por mais que já tenham passado anos, continuam difíceis de digerir. Se buscar uma resposta lógica para determinados acontecimentos hoje em dia já é um absurdo, imagine isso em 1979. David Fincher consegue passar esse julgamento, é capaz que você mesmo se veja julgando durante os episódios.

crítica série mindhunter netflix
O trio capaz de estudar e analisar as mentes assassinas e cruéis (Foto: Divulgação/IMDb)

Mas Ford não está sozinho nessa história. O agente trabalha junto com seu parceiro Bill Tench (Holt McCallany) e ambos acabam ganhando uma nova ajuda nas pesquisas, a professora Wendy Miller (Anna Torv). Cada personagem nessa série merece ser estudado meticulosamente, mas é em Ford que está todo o foco, afinal, ele é o grande cérebro por trás das entrevistas com os criminosos.

A atuação de Groff ao interpretar o agente Ford é impecável. Você entra na montanha-russa junto com o personagem e acaba sentindo um misto de sentimentos por ele, em certos momentos me senti enojada com tamanho fascínio que ele demonstrava pelas mentes assassinas que estudava, mas ao mesmo tempo foi muito difícil não acabar encantada com suas habilidades em conseguir o que queria.

“Como antecipamos os loucos, se não sabemos como os loucos pensam?

mindhunter crítica
Foto: Divulgação/IMDb

Na verdade, todo elenco te envolve, a química entre eles é maravilhosa. Desde os mocinhos aos grandes vilões. A semelhança entre alguns dos assassinos reais com os atores escolhidos é de assustar. Me vi entrando nos diálogos e querendo desvendar com os agentes os verdadeiros motivos que levaram as tamanhas crueldades.

A primeira temporada possui 10 episódios e apesar de ter achado a trama um pouco lenta no início, já tinha sido fisgada, só não queria admitir. Eu lembro de ter feito uma resenha sobre Making a Murderer, outra série original Netflix, e de ter mencionado o fato de que não são cenas sanguinárias que encontramos na série, apesar de todos os crimes horríveis que elas abordam, mas sim cenas de um horror mais psicológico, aquele que acontece quando temos casos reais de fundo na história.

É claro que algumas pessoas estão assistindo ao seriado e não encontrando toda a genialidade que tanto estão falando, impossível agradar a todos, sempre falo isso. Mas, por favor, vale demais dedicar pelo menos duas horinhas do seu dia, apenas dois episódios para conferir de perto se essa trama realmente não te deixará interessado, ao menos, instigado para descobrir o desenrolar fascinante que essa série tem.

Assista ao trailer:

*Todas as fotos usadas estão sob licença do site IMDb

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Dica Netflix: Até o último homem

Dica Netflix: Até o último homem

Acredito que devo começar falando que nos primeiros 45 minutos de filme eu estava nervosa, de verdade, questionando como que o homem vai ao exército se não toca em uma arma? Como ele pode querer ir a guerra se não tocará em uma arma? Só pode estar de sacanagem, não é possível um negócio desses… Mas acreditem… Era.

até o último homem
Andrew Garfield/Desmond Doss (Foto: Divulgação/IMDb)

Desmond Doss tinha sua crença, seus motivos para ficar longe de uma arma e como o mundo seria pacífico se todos nós tivéssemos essa mesma determinação em abolir aquilo que era capaz de acabar com a vida do próximo. Ele tinha seus princípios e no começo eu achava meio absurdo, afinal, algumas opções eram dadas ao homem e ele não estaria tirando a vida de ninguém. Só que no desenrolar do filme percebemos que não era esse o ponto que queriam nos mostrar.

Dirigido por Mel Gibson, e não sei vocês mas eu desconhecia desse talento para direção do ator, o filme acabou me trazendo outra grata surpresa: a atuação de Andrew Garfield. Não esperava que Garfield fosse desempenhar tão bem um personagem em todo esse drama que aborda a história de Desmond Doss. E se você sente receio em dedicar 2h19min do seu tempo para se arrepender depois, fica em paz, não existe arrependimento e não estou exagerando.

até o último homem
(Foto: Divulgação/IMDb)

Até o Último Homem é emocionante desde o início, quando conta um pouco da infância de Doss, até os minutos finais, quando mostra depoimentos dos personagens que fizeram parte da história real. Sim, meus amigos, é uma história real e é linda, é do tipo que você sente-se grato por ter descoberto um acontecimento daqueles. É a Segunda Guerra Mundial vista por outros olhos, de outro modo, contada pelo homem que decidiu ir a campo sem portar nenhuma arma para salvar o máximo de vida que lhe fosse possível.

Qual o objetivo em lutar tanto para ir a linha de frente de uma guerra  se não pretende se defender, certo? Certo. Mas e se o objetivo for servir para o bem sem abandonar seus princípios, crenças, quantas vidas mais deixariam de serem salvas por conta de uma arma a menos na infantaria? Fiquei envergonhada por ter tido tão pouca paciência com a crença de Doss, afinal, o que ele faz (na verdade, o que ele fez) foi muito mais do que qualquer homem armado faria.

até o último homem
(Foto: Divulgação/IMDb)

“O que o senhor quer de mim? Eu não consigo entender. Não consigo ouvi-lo.”

O Desmond Doss real morreu aos 87 anos de idade em 2006. Até O Último Homem fora lançado aqui no Brasil em janeiro desse ano e chegou a concorrer ao Oscar 2017 em diversas categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator, infelizmente não venceu as principais, mas conseguiu levar duas estatuetas por Melhor Mixagem de Som e Melhor Edição. Atualmente está disponível na nossa querida Netflix e se até hoje você deixou esse filme na lista ou não sabia de sua existência, por favor, dê uma chance a essa história que ser descoberta pelo máximo de pessoas possíveis.

 

Assista ao trailer:

*Todas as fotos usadas estão sob licença do site IMDb

🖱 Siga as rede sociais de quinta e fique por dentro das novidades:

📸 Instagram: @escritoradequinta 
👍 Facebook: Escritora de Quinta
📌 Pinterest: Tati Santana

Girlboss: sim, mais uma série original Netflix

Girlboss: sim, mais uma série original Netflix

“Na vida, a única pessoa que pode fazer você feliz é você mesma. A grande mentira é que precisamos de outras pessoas. Mas, não. A verdade é que todos nós morremos sós.” (S01E11)

Girlboss
Foto: Divulgação/Netflix

Mais uma série original Netflix chegou para viciar a gente: Girlboss. A trama é inspirada na autobiografia da Sophia Amoruso, dona de uma loja virtual, Nasty Gal. Entrou no catálogo em plena sexta-feira de feriado (21) com 13 episódios que quase não passam dos 30 minutos cada. Sério, é para você maratonar tudo em um dia só, num piscar de olhos.

A criadora da série, Kay Cannon, ficou conhecida em seu trabalho como roteirista nos filmes de A Escolha Perfeita. E dessa vez ela nos trouxe Sophia Marlow, já que logo no começo dos episódios somos avisados que estamos assistindo uma releitura livre (bem livre) de acontecimentos reais. Ou seja, se você leu o livro não pode esperar uma adaptação tão fiel, mas acredito que chega bem perto da essência, se é que me entendem.

“As coisas deveriam melhorar. Não existe garantia de que isso seja verdade. Para várias pessoas, a vida vai de mal a pior e acaba por aí. Nunca descobrem para que foram colocadas neste maldito planeta. Apenas vivem e depois morrem e vão tirar um grande cochilo na lama (…) Minha vida tem que ser melhor do que isso.” (S01E02)

girlboss-capa
Foto: Reprodução/Netflix

Sophia é uma personagem egoísta, mimada e que se recusa a entrar na vida adulta. Mas calma, a história toda é contada de maneira leve, com uma trilha sonora maravilhosa e um figurino tão impecável que você não tem tempo para ficar criticando a garota. Vai por mim. E em alguns momentos até que é possível se identificar com algumas fases daquela que podemos chamar de blogueira da década passada. Sério, ela começou a empreender repaginando e vendendo roupas de brechó numa loja virtual no Ebay. Só depois criou um site. É o tipo de processo que vale a pena acompanhar para se inspirar.

Outro ponto alto da série são as referências do começo dos anos 2000. Tem The O.C e quando digo isso, digo que tem até um remake com a cena da morte da personagem que vocês sabem quem (e se você não sabe, olha, vai ter spoiler, se prepara). A separação do Justin Timberlake e Britney Spears. E uma simulação de como eram as conversas realizadas em fóruns (que dá para gente imaginar como seriam as conversas em grupos de whatsapp que temos aos montes hoje em dia). Sem contar nas participações especiais de Andre Charles, sim senhores, RuPaul para alegrar mais ainda os dias e noites de vocês.

Girlboss
Foto: Divulgação/Netflix

“A vida adulta é aonde os sonhos vão para morrer. Cresça, arrume um emprego, vire um robô. É isso. Depois acabou. A sociedade só quer colocar todos em uma caixa. Bom, sabe de uma coisa, sociedade? Não existe caixa (…) Só preciso achar um jeito de crescer sem me tornar uma adulta chata.” (S01E01)

Narrada em um ritmo bem gostoso de assistir, a série me conquistou do começo ao fim. Nem mesmo a Sophia acreditava no seu sucesso. A garota tinha um problema de maturidade que me deixou bem orgulhosa ao ver que de pouquinho em pouquinho ela ia superando e reconhecendo os próprios defeitos, que é o que acontece com todos nós. Por mais que não queiramos crescer, é inevitável, então temos que tentar buscar um jeito de fazer isso, o nosso próprio jeito.

Tem comédia, tem reflexão e sim, tem romance. Nada no estilo surreal, mas também nada que seja parecido com as tramas que conhecemos todas trabalhadas na profundidade. É uma boa história para passar o tempo, perceber que você precisa de uma jaqueta nova e ficar pensando em colocar para vender as roupas que não usa mais, afinal, também precisamos de uma grana.

Assista ao trailer:

Agora esse vídeo a mais para você ter uma noção da pegada girlboss da série e como ser uma: