The Sinner | Como um trauma pode abalar nossa mente

The Sinner | Como um trauma pode abalar nossa mente

Sem Spoiler | Série de suspense da Netflix é digna de maratona, uma vez que começa a assistir, fica difícil não querer descobrir o seu desfecho

A Netflix cada vez mais investe em conteúdo original e direitos de produções, esse mês tivemos a estreia de The Sinner, uma produção original do canal USA Network que a rainha do streaming conseguiu os direitos. A série tem uma proposta de que em cada temporada contará uma história diferente e nessa estreia temos Cora (Jessica Biel), uma mulher aparentemente comum que assassina brutalmente um homem na frente de várias testemunhas.

A série pode parecer lenta para algumas pessoas, mas consegue surpreender a cada fim de episódio, sempre fisgando a atenção de quem assiste. Eu acabei caindo em uma maratona por simplesmente não conseguir largar o seriado. A urgência em entender toda a história de Cora é pregada nos primeiros minutos.

serie the sinner
Jessica Biel e Bill Pullman (Foto: Divulgação/IMDb)

Cora viveu uma vida de abusos, sempre influenciada pela irmã doente e culpada pela mãe fanática, nunca teve decisão sobre si mesma e era incapaz de dizer não para aqueles que amava. A culpa é um peso exaustivo para carregar sozinha durante anos, mas mesmo assim, mesmo depois de tudo que viveu, ela conseguiu construir sua família. Claro, ainda tendo a sensação de que algo estava faltando, mas como ninguém nunca deu a real importância que ela merecia, não era capaz de enxergar que precisava de ajuda.

A trama mostra o pior das pessoas que não estão acostumadas a expor esse lado. Mostra como o ser humano pode ser falho e cruel, independente, de seus motivos. Existem traumas que são capazes de acionar o corpo de uma forma involuntária. A nossa mente é realmente um lugar sombrio para guardarmos nossas lembranças.

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Jessica Biel ao interpretar Cora mostra quão talentosa ela consegue ser (Foto: Divulgação/IMDb)

Existe uma falha no roteiro, não posso mentir sobre isso. Mas a importância dessa falha dependerá de cada um que assistir a série. Eu mesma não consegui identificar, só fui descobrir ela lendo comentários de pessoas que já haviam terminado a temporada. E, confiem em mim, mesmo as que perceberam, não estavam infelizes em descobrir a série, muito pelo contrário.

Jessica Biel está impecável em sua atuação, suas reações acabam sendo um dos melhores pontos da série, pois ao mesmo tempo que emociona, intriga e deixa mais difícil a descoberta do que realmente aconteceu com sua personagem. Vocês podem discordar, mas achei o Bill Pullman, que interpreta o investigador Harry Ambrose, a cara do Robin Williams! E Christopher Abbott, que vive Mason Tannetti o marido de Cora, me lembrou demais o Jon Snow de Game of Thrones.

Todos os episódios estão disponíveis no catálogo da Netflix. Assista ao trailer:

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Altered Carbon | O CyberPunk está vivo com nova série original Netflix

Altered Carbon | O CyberPunk está vivo com nova série original Netflix

Vocês não imaginam como estava apreensiva em assistir Altered Carbon, tudo que haviam falado sobre a série até o momento da estreia estava bom demais para ser verdade. A instalação que a Netflix fez na CCXP ano passado estava épica, fiquei cara a com a capa de Joel Kinnaman e assustada com a realidade daquele falso corpo ensacado na mesa. A divulgação estava pesada, eram pôster em bancas perto de casa, trailer na sessão do cinema, trailer sendo exibido no SBT, será que era preciso tudo aquilo? E eu já te respondo aqui mesmo: sim, era preciso sim!

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Olhem só que visual lindo! (Foto: Reprodução/IMDb)

A nova série original Netflix de ficção científica traz muitas apostas nesse universo que nem sempre tem conseguido ganhar acertos na indústria do entretenimento. Inspirada no livro de Richard K. Morgan, que fora lançado em 2002, Altered Carbon estreia 10 episódios em sua primeira temporada e consegue fazer jus a tanta divulgação em cima de sua trama. São raras as falhas em sua produção, o visual do mundo futurista criado por Laeta Kalogridis está impecável.

A história é sobre o emissário Takeshi Kovacs (Will Yun Lee) que morreu se rebelando contra o sistema. 250 anos depois ele é colocado em um novo corpo que é interpretado por Joel Kinnaman. No futuro, a morte não é mais um limite para os humanos, quando seu corpo morre, é possível fazer backup da sua mente para uma nova capa. O conceito de corpo não existe mais, usamos todos capas e podemos trocá-las, cloná-las, evitando a morte real que só acontece quando seu cartucho é destruído.

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Esse foi o momento em que Kovacs acordou em uma nova capa, 250 anos depois. (Foto: Reprodução/IMDb)

Kovacs é trazido de volta por Laurens Bancroft (James Purefoy), um milionário que faz parte da classe alta, conhecida como Matusas, imortais perante todo o dinheiro e poder que conseguem ter para si. Alguém tentou matar Bancroft e ele quer o melhor para solucionar seu assassinato, se é que podemos chamar assim já que seu backup não foi danificado e ele continua vivo.

“Não importa o quanto você viva, nunca vai terminar. Tem que aprender a deixar o mundo seguir em frente. Aceite que a morte é parte de vida.”

A morte e a falta dela podem abalar em diversos aspectos, seja a sociedade em um geral ou o psicológico de cada um em si, e durante a história temos a Tenente Kristin Ortega (Martha Higareda) tendo uma bela conversa com sua Avó sobre retornar mais uma vez ou finalmente partir. Outra questão que é abordada de maneira bem sútil na série é sobre gênero, afinal, se somos apenas mente/consciência e podemos retornar em qualquer corpo, que diferença faria eu, mulher, retornar em um corpo masculino e vice-versa? Meu backup estaria intacto, minha essência, digamos assim, não teria nenhuma mudança, apenas meu corpo, então que diferença faz? Todas as discussões sobre o certo e errado que existe nesse tema nos fazem pensar quão pouco sabemos a respeito.

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Não se enganem, essa baixinha aí da foto, Tenente Ortega, vale quase dois do Kovacs. (Foto: Reprodução/IMDb)

Eu não sei vocês, mas sou completamente apaixonada por ficção! Amo assistir uma série ou filme que é capaz de me fazer viajar para um mundo completamente novo, criado especialmente para aquela história. Altered Carbon não decepciona, a trama é capaz de nos teletransportar para o universo em que ela é ambientada. E que universo! Que paradoxo de futuro que temos para a nossa humanidade!

É possível enxergar as críticas a nossa sociedade nos diálogos. Os Matusas, classe mais rica, são como deuses e nos fazem questionar até onde vai o desejo e ambição daqueles que já têm de tudo. A história é fiel ao retratar a diferença social que é gritante, principalmente em tempos como esse, onde os ricos realmente assumiram o papel de donos do mundo. O que faríamos se tivéssemos acesso a imortalidade?

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As Inteligências Artificiais em Altered Carbon são os donos de hotéis, casas de show e jogos. (Foto: Reprodução/IMDb)

“Aquilo que acreditamos molda a pessoa que somos. Crenças podem nos salvar ou nos destruir. Mas quando acreditamos em uma mentira por muito tempo, a verdade não liberta. Ela nos destrói.”

Estava com saudade de viajar assistindo algo do gênero. É claro que a série não conseguiu agradar a todos, só espero que consigam atingir o gasto da produção já que muito dinheiro deve ter sido investido. A segunda temporada ainda não foi confirmada, depois do susto que passamos com Sense8, fico receosa em toda produção da Netflix, mas a esperança é a última que morre e espero ter um retorno do Takeshi Kovacs. Maratonei a primeira temporada no final de semana de estreia, espero que você goste e também faça o mesmo. O futuro, meus amigos, eu espero que seja diferente desse de Altered Carbon porque se for, estamos com sérios problemas.

Assista ao trailer:

As cenas de ação, vocês viram essas cenas no trailer? São as melhores da Netflix até agora, deixou as lutas que os heróis da Marvel travam em suas histórias no chinelo.

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O dia que eu terminei Orphan Black

O dia que eu terminei Orphan Black

Essa semana finalizei Orphan Black. Foram cinco temporadas com dez episódios. A série que inicialmente pertencia a BBC, teve seus direitos vendidos para a Netflix ainda na terceira temporada. Criada por Graeme Manson e John Fawcett, conta com a maravilhosa Tatiana Maslany no elenco e só, temos 956864 personagens interpretados apenas por ela. Mentira. Não é só ela. Mas só dela são 91228 personagens sim.

Brincadeiras a parte, é preciso enaltecer o grandioso trabalho da minha quase xará, Tatiana Maslany. A canadense interpretou o Clone Club como ninguém. Dando vida e personalidade distintas a cada uma das sestras que inseriam na trama. Foi fantástico acompanhar o desenvolvimento e a descoberta de cada personagem. Claro que nem todas tiveram um grande peso na história, mas até mesmo as que apareciam brevemente mostravam suas diferenças e me faziam esquecer que era a mesma atriz ali interpretando todas elas.

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Sarah e Helena, ambas interpretadas por Tatiana Maslany (Foto: Reprodução/IMDb)

Mas vamos a história, se é que consigo explicar essa história. Baseada em uma ficção científica, eu terminava cada episódio com mais dúvidas. Não sei vocês, mas sou o tipo de pessoa que começa a assistir a série, não entende nada, adora mesmo assim e continua assistindo na esperança de que uma hora o raciocínio vai pegar todos os termos científicos e biológicos que eles usam nos diálogos. Só que, vocês sabem, na real acabamos entendendo apenas um terço que é aquele que buscamos nas teorias da internet pois, graças a Deus, sempre tem um ser iluminado nesse mundo virtual para nos ajudar.

Tudo começa quando Sarah Manning encontra uma de suas clones cometendo suicídio. Não, Sarah não sabe de nada, não entende porque Beth (a policial que se joga na frente de um trem) é parecida com ela e tirou a própria vida dessa maneira. É onde as coisas começam. Ao pegar a bolsa e os documentos da policial é quando ela acaba entrando no universo do Projeto Leda, que fora o que deu vida a ela e suas diversas clones que estão espelhadas pelo mundo.

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Foto: Reprodução/IMDb

As principais clones e que são mais aprofundadas durante a série são Cosima, a nerd cientista que consegue simplificar e ajudar na hora de entender melhor o que está acontecendo; Helena é a ucraniana que sofreu durante sua infância em um convento e acabou criando alguns problemas psicológicos; Alisson é a dona de casa com a vida perfeita, ou quase perfeita, que faz um papel de mãe no Clone Club e mesmo não querendo acaba cuidando e acalmando as sestras; Rachel é a clone má que é capaz de qualquer coisa para continuar no poder; e Sarah é a que protege e luta por todas elas, não que as outras não façam isso, no decorrer da trama vamos acompanhando a conexão que elas vão construindo episódio após episódio, mas é ela quem enfrenta grandes problemas e vilões.

Por falar em vilões, todas as clones acabam tendo que lidar com os capangas que aparecem de tudo quanto é lugar para acabar com elas. Não pense que apenas as clones são importantes na história, temos a Siobhan, “Mrs. S”, que é a mãe adotiva da Sarah e Félix, seu irmão adotivo; Donnie é o marido da Alisson; Art é o detetive que era parceiro da Beth; Delphine é a namorada de Cosima e é lindo ver as alianças que ambos vão criando até se tornarem essa grande família que apelidamos de Clone Club.

orphan black clone club
Foto: Reprodução/IMDb

Foram cinco temporadas eletrizantes! Sorrimos e choramos com as descobertas de novos clones. Sentimos ódio e pena da Rachel. Não entendemos diversos dos diálogos, é verdade. Ficamos desapontados com a terceira temporada que acabou sendo a mais fraca da história. Mas fomos muito bem recompensados com essas duas últimas temporadas, principalmente, com os episódios finais. É sempre difícil acompanhar o fim de uma série, frustrar-se com o final que não era parte daquilo que você imaginou como seria, só que de vez em quando somos fisgados mesmo na hora do triste adeus.

Sentirei falta de acompanhar o grandioso trabalho não só da Tatiana Maslany, que eu continuarei enaltecendo até que ela ganhe um reconhecimento maior no cinema, mas de todos os atores e produtores. Souberam finalizar e encher nossos corações de amor e já de saudade perante a despedida.

“Minha história é um emaranhado de vários princípios e nenhum final.”
Sestra Helena

orphan black clone club
Foto: Reprodução/IMDb

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DC ou Marvel: tem série de herói para todo mundo!

DC ou Marvel: tem série de herói para todo mundo!

Esqueçam os vampiros, a galera dos dentes afiados perderam um pouco a fama (mas continuo amando fortemente o Ian Somerhalder, beijo, Ian!). Os zumbis, por pouco, ainda persistem. Mas, minha gente, o que realmente está na boca do povo são os heróis. Eles estão invadindo os cinemas em 2016 e a televisão também! Você pode escolher entre Marvel ou DC, tem série de herói pra todo mundo!

Foto: Reprodução

Arrow é a pioneira, começou em 2012 e está na sua quarta temporada. Agents of S.H.I.E.L.D. teve seu primeiro episódio em 2013 e está exibindo a terceira temporada. Gotham e The Flash já estão na segunda. SuperGirl começou sua primeira temporada esse ano, em outubro. E não posso esquecer de Agent Carter que já terminou sua primeira temporada e está para lançar a segunda agora em janeiro.

A Netflix também está apostando nos heróis! Demolidor estreou no catálogo em abril do ano passado e para 2016 já confirmou a segunda temporada. Jessica Jones foi lançada a primeira temporada completa em novembro, também do ano passado e sim, meus queridos, podem esperar pela segunda temporada.

Na ordem: Agents of S.H.I.E.L.D., Flash e Arrow, Gotham, SuperGirl e Agent Carter
Na ordem: Agents of S.H.I.E.L.D., Flash e Arrow, Gotham, SuperGirl e Agent Carter
Na ordem: Demolidor e Jessica Jones
Na ordem: Demolidor e Jessica Jones

Com vilões e heróis da DC, ainda teremos Legends of Tomorrow. Derivada de The Flash e Arrow, a série será lançada em 21 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, pela Warner, ainda não temos nenhuma data prevista. A trama promete mais junções nesse universo da DC que a CW vem explorando desde Flash e Arrow.

Não podemos esquecer de outra aposta da Netflix com Luke Cage (sim, de Jessica Jones) e uma possível série do Justiceiro (ainda não confirmada), que irá dar as caras na segunda temporada do Demolidor. Eu, particularmente, já estou esperando pelos crossover QUE PRECISAM ACONTECER, POR FAVOR. E vocês sabem, a Netflix não brinca em serviço, essa junção e esse novo universo que eles estão explorando também prometem, e como prometem!

Legends of Tomorrow
Legends of Tomorrow

 

Então pegue sua pipoca, escolhe seu lado, seu herói, sua heroína ou simplesmente escolha todos e seja o herói seriador. Vamos mandar essa dica de herói pra DC ou Marvel, vai que rola e podemos usar o heroísmo como desculpa para deixar de vez a vida social de lado.

Arrow

“Após um naufrágio, o milionário Oliver Queen desaparece e é dado como morto. Cinco anos depois ele é encontrado vivo em uma ilha remota no Pacífico. Quando chega em casa é recepcionado por sua mãe, sua irmã e seu melhor amigo. Tudo parece igual, mas sua experiência na ilha causou algumas mudanças e enquanto Oliver descobre a verdade sobre o homem que tornou-se, tenta alterar os seus erros do passado, começando pela sua ex-namorada Laurel Lance. Enquanto se reconecta com sua antiga vida, ele cria uma identidade secreta de Arrow, um arqueiro encapuzado que irá corrigir os erros de sua família e lutar contra os males da sociedade, recuperando a antiga glória da cidade.”

 

 

Marvel Agents of S.H.I.E.L.D.

“A trama de Agents of S.H.I.E.L.D. se passa após a batalha por Nova York do filme Os Vingadores: The Avengers (2012). O agente Phil Coulson organiza um grupo de agentes para resolver casos pelo mundo que ainda não foram classificados pela organização global da qual é integrante, a Superintendência Humana para Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão (S.H.I.E.L.D.). O time de Coulson é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a sua parceira, a agente Jemma Simmons. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, hacker de computadores integrante de uma misteriosa organização de ativistas digitais.”

 

Gotham

“O Comissário Gordon é um dos maiores inimigos do submundo do crime e um homem cuja reputação é sinônimo da lei e da ordem. Mas o que sabemos sobre a história de Gordon, desde um jovem detetive até virar comissário de polícia? Como ele fez para percorrer as múltiplas camadas de corrupção que secretamente comandam Gotham City, o local de desova dos maiores criminosos do mundo? E quais as circunstâncias em que estes criminosos foram criados? Gotham é uma “origin story” dos super-vilões e vigilantes, revelando um capítulo totalmente novo e nunca contado, seguindo a ascensão de um policial numa cidade perigosamente corrupta e à beira do mal, narrando o nascimento de um dos heróis mais populares do nosso tempo. Crescido nos subúrbios da cidade, Gordon romantizava a cidade como uma metrópole glamorosa e excitante, onde seu pai serviu como um bem-sucedido promotor. Agora como detetive na polícia de Gotham e noivo da jovem Barbara Kean, ele está vivendo um sonho: restaurar sua cidade.”

 

The Flash

“Após testemunhar o estranho assassinato de sua mãe e a injusta acusação de seu pai pelo crime, Barry Allen fica sob os cuidados do detetive Joe West e sua filha Iris West. Allen se torna brilhante, mas socialmente um perito desconhecido trabalhando para o Departamento de Polícia de Central City. Ninguém acredita em sua descrição do crime — uma bola de raio com o rosto de um homem invade sua casa naquela noite e mata sua mãe — e Allen é forçado à procurar por si mesmo pistas que limpem o nome de seu pai. Quatorze anos depois da morte de sua mãe, um mal funcionamento no avançado Acelerador de Partículas, durante sua apresentação ao público, banha a cidade com uma forma de radiação previamente desconhecida durante uma tempestade. Barry é atingido por um raio da tempestade e banhado em produtos químicos em seu laboratório. Acordando depois de um coma de nove meses, ele descobre que tem a habilidade de se mover mais rápido que qualquer ser humano. O Dr. Harrison Wells, criador responsável pela falha do Acelerador de Partículas, descreve a natureza especial de Barry como um “meta-humano”; Barry, mais tarde, descobre que ele não é o único que mudou com a radiação. Ele promete usar seus poderes para proteger Central City dos riscos criminais dos meta-humanos. E então, associado por alguns amigos próximos que guardam seu segredo, adquire uma nova personalidade conhecida como Flash.”

 

SuperGirl

“Kara Zor-El sobreviveu a explosão de Krypton sendo enviada à terra junto de Kal-El (Superman), seu primo, na intenção de cuidar dele. Mas infelizmente, durante o caminho, sua nave acaba se desviando e ficando presa na zona fantasma. Após 24 anos presa em um lugar onde o tempo não passa, ela chega à Terra e descobre que seu primo é um herói e não precisa de sua ajuda. Sem uma missão, ela acaba escolhendo levar uma vida normal. Anos depois, agora já crescida, Kara decide não esconder mais seus poderes, tomando a decisão de seguir o mesmo caminho de seu primo. Ela assume então suas habilidades, na esperança de ser a heroína que nasceu para ser.”

 

Agent Carter

“Agent Carter conta a história Peggy Carter . O ano é 1946, e Peggy se encontra marginalizada quando os homens retornam ao lar após a Guerra. Trabalhando para a SSR (Reserva Científica Estratégica, em inglês), Peggy precisa balancear o trabalho administrativo e missões secretas para Howard Stark, ao mesmo tempo em que leva uma vida solteira após perder o seu amor, Steve Rogers.”

 

Demolidor

“Matthew Michael Murdock é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixos tóxicos o deixou cego e fez com que ele (além de 4 tartarugas e 1 rato) desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome “Demolidor” (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell’s Kitchen, seu bairro em Nova York.”

 

Jessica Jones

“Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones vem reconstruindo sua carreira e passou a levar a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, na sua própria agência de investigações, a Alias Investigations. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a perseguí-la, na figura de Zebediah Kilgrave, um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica.”

 

Legends of Tomorrow

“Quando apenas heróis não são suficientes o mundo precisa de lendas. Tendo visto um futuro que fará de tudo para evitar, o viajante no tempo Rip Hunter recebe a missão de criar um grupo formado por heróis e vilões para impedir uma ameaça incontrolável – algo que não põe apenas o planeta em perigo, mas a própria noção de tempo. Poderá esse time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de qualquer outra que tenham conhecido?”

 

PEQUENAS OBSERVAÇÕES

Bom, gostaria de dizer a vocês que assistir Arrow e não repetir em nenhum episódio “my name is Oliver Queen” é um jeito errado de se assistir a série. Repitam “my name is Oliver Queen” ou “Oliver Queen is alive”. A mesma coisa acontece em Flash, eles realmente gostam dessa coisa de “my name is”, porém, aqui você pode fazer diferente e repetir sempre o “I’m the Flash” imitando a voz do ator.

Se bateu a curiosidade, a única série que não assisto é da Agent Carter, até quero, inclusive, preciso baixar a primeira temporada logo. Luke Cage e Legends of Tomorrow só não vejo porque ainda não lançaram.

Não sou da Marvel, nem da DC, sou daquelas que não tem muita vida social mesmo.

 

*As fotos usadas nas fotomontagens são todas de divulgação da própria série

Você conhece How to Get Away With Murder? (Sim, o nome é grande mesmo)

Você conhece How to Get Away With Murder? (Sim, o nome é grande mesmo)

Você conhece, de verdade, as pessoas ao seu redor? O que elas dizem ser? O seu passado? O que fazem? O que realmente gostam de fazer? Você acredita nas histórias que escuta? Confia nas pessoas que fazem parte da sua vida?

Viola Davis como Annalise Keating, advogada criminal badass da série.
Viola Davis como Annalise Keating, advogada criminal badass da série.

How to Get Away With Murder nos mostra o quão fácil é para sermos enganados. O quanto uma história pode ser modificada para facilitar um lado que nem sempre será o do inocente. Annalise Keating (Viola Davis) é uma lenda nos tribunais por sempre livrar seus clientes nos julgamentos. Professora na fictícia Universidade de Middleton, seleciona cinco alunos para trabalharem em seu escritório que, por sinal, fica na sua própria casa.

Wes Gibbins (Alfred Enoch), Connor Walsh (Jack Falahee), Michaela Pratt (Aja Naomi King), Asher Millstone (Matt McGorry), Laurel Castilo (Karla Souza) são os alunos escolhidos e formam um time de personagens que mexem com toda a trama da história. Frank (Charlie Weber) e Bonnie (Liza  Weil) são assistentes de Annalise e auxiliam os estudantes nos casos da advogada criminal. Rebecca Sutter (Katie Findlay) e Nate Haley (Billy Brown) também fazem parte do time de todos os personagens que mencionei a cima. Cada um tem sua importância para a história, fazem seus sacrifícios durante o desenrolar dos casos e te deixam com cara de “NÃOACREDITONISSO”.

ao fundo, em pé na porta, os assistentes de Annalise. Sentados de frente para a foto os estudantes escolhidos para trabalharem com Annalise.
Annalise e seus estudantes escolhidos, junto com seus dois assistentes em pé lá na porta.
eu não sei vocês, mas eu acho esse elenco maravilhoso.
eu não sei vocês, mas eu acho esse elenco maravilhoso.

Mas por falar em casos, o principal caso da primeira temporada é o assassinato da estudante Lila Stangard (Megan West) que tinha um caso com o marido de Annalise, Sam (Tom Verica). A cada episódio vamos descobrindo novas pistas e teorias do que pode ter acontecido na noite em que Lila foi assassinada. Além disso tudo, não se esqueçam que outros casos bem bolados acontecem também.

Resumindo: É COISA BEM BOLADA PRA CARAMBA, MINHA GENTE!

Quando você pensar que a série está resolvida, volte duas casas. Se você conseguir acertar o palpite do verdadeiro suspeito do assassinato da Lila, me dê um beijo. Pois a narrativa não é daquelas que você pega de primeira o que vai acontecer, como aconteceu e quem fez acontecer, se é que me entendem.

Uma das cenas da série, como podem ver, deu ruim aqui pra eles.
Uma das cenas da série, como podem ver, deu ruim aqui pra eles.

Transmitida pelo canal da Sony aqui no Brasil, produzida pela ABC, criada por Peter Nowalk e contando com (rufem os tambores) Shonda Rhimes como produtora executiva. Uma série sobre advogados e você pode até pensar “mais uma série sobre advogados”, mas não caia nesse erro pois a série é tudo, menos só mais uma. A primeira temporada foi repleta de dramas e reviravoltas. O que você acredita ser certo, na verdade não é. Conheço a trama da Shonda por causa de Grey`s Anatomy e sou apaixonada pelo fato de sempre ser surpreendida, mesmo com uma série já caminhando para a décima segunda temporada.

São 15 episódios, sendo a season finale com quase uma hora e meia de duração, o maravilhoso esquema de dois episódios em um. E eu garanto, para quem gosta de histórias de suspense e intriga, não vai conseguir largar How to Get Away With Murder que a cada fim de episódio você fica com um sentimento de “QUEQUETÁACONTECENDOAQUI”.

Gravem bem esse troféu pois até ele rende nesse seriado. E apenas informando, ele é dado para o melhor aluno, ou seja, imaginem a disputa.
Gravem bem esse troféu pois até ele rende nesse seriado. E apenas informando, ele é dado para o melhor aluno, ou seja, imaginem a disputa.
Confesso que gosto muito dos personagens e essa foto aqui é só porquê gostei dela mesmo.
Confesso que gosto muito dos personagens e essa foto aqui é só porquê gostei dela mesmo.

Eu separei o trailer da primeira temporada, até mesmo o trailer é maravilhoso, não tem como a série não ser. Vejam como a Viola Davis é maravilhosa sendo Annalise Keating, eu me tornei fã dessa mulher por motivos de não ter como não ser fã dela, simples.

Só para você saber, a segunda temporada estreia (provavelmente) dia 24 de setembro. Sim, esse mês. Sim, dá tempo de você assistir a primeira temporada! Essa coisa de que maratonar seriado dá depressão é algum erro, não coloque fé nisso e VÁ JÁ COLOCAR HOW TOGEWHJHEFH MURDER PRA ASSISTIR! (Desculpa, é que sempre rola essa piadinha com o nome da série por ele ser grande e a gente simplificar digitando qualquer letra no teclado).