Senhor dos Anéis vai virar série pela Amazon!

Senhor dos Anéis vai virar série pela Amazon!

Eu não estou sabendo lidar com essa notícia! E agora ela é oficial! Amazon fechou um acordo milionário e estará produzindo uma série inspirada nas obras de J.R.R. Tolkien. A história será um pouco antes do que conhecemos na “Sociedade do Anel” e, respirem fundo, ainda estão inclusos a produção de outros spin-off dentro desse mesmo universo.

senhor dos aneis vira serie
Frodo (Elijah Wood), Gollun (Andy Serkis) e Sam (Sean Astin) (Foto: Divulgação/IMDb)

As obras de Tolkien já haviam sido adaptadas para o cinema na trilogia de “O Senhor dos Anéis” e nas produções de “O Hobbit” pelo diretor Peter Jackson, que conseguiu com maestria a criação desse universo único e mágico, ganhando diversos prêmios. Ainda não temos elenco e nem previsão de estreia divulgados.

Se você ainda não conhece a história de Frodo ou de Bilbo Bolseiro, recomendo fortemente que vá agora assistir esses filmes! Meu coração nerd bate forte só de lembrar o dia que maratonei a trilogia do “Senhor dos Anéis”, minha empolgação com toda aquela magia e guerra. Que espetáculo! Acho que até essa série sair do papel, vou rever os filmes para relembrar as histórias.

 

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A Netflix não tem limites e inova mais uma vez

A Netflix não tem limites e inova mais uma vez

Programa especial promovendo Stranger Things começa às 23h no sábado, dia 28 de outubro, depois do Teleton no SBT

stranger things na sbt
Também estou passada, Winona (Foto: Divulgação/IMDb)

Alô, alô, leitores de quinta! Hoje trago para vocês uma pauta de quinta que estou muito orgulhosa em escrever e poder acompanhar. A Netflix não tem limites, acho que todo mundo já sabe disso, ela ri na cara dos limites e inova a cada peça e ação publicitária que lança na internet.

Dessa vez, meus amigos, a Netflix está inovando mais ainda! Quando você pensa que “okay, agora ela chegou no limite, não tem como superar isso”, SURPRISE, MOTHERFUCKER! (referência de Dexter, caso não tenha pegado essa) A rainha do streaming chega e faz algo incrivelmente inovador, se superando mais uma vez.

Hashtag MINHA ELEVEN TÁ VIVA E VAI PASSAR NA TV ABERTA AINDA!!! Sim, o lance de Bagulhos Sinistros foi oficializado e não, não é a primeira vez que algo assim acontece no mundo, mas no Brasil é a primeira vez! Duas das produções originais Netflix passam no Paramount Channel, House of Cards e Orange is the New Black, mas é inédito um conteúdo da internet passar assim na televisão aberta.

A ação promocional dessa vez envolve um especial do programa SBT Repórter, apresentado pela Marília Gabriela, que investiga o misterioso sumiço do nosso pequeno Will. Além disso, o primeiro episódio da série será exibido depois do programa e, não acabou, durante os intervalos foram preparados comerciais ao estilo dos anos 80, porque se é para promover Stranger Things, vamos promover com estilo completo!

A segunda temporada da série estreia dia 27, na sexta-feira, às 5h da manhã no catálogo da Netflix. Quem não está aguentando mais de ansiedade pode acalmar o coração que a espera está acabando, mas, cuidado, se for assistir tudo de uma vez, lembre-se, TEM UM ANO AINDA PELA FRENTE! Tô falando isso para ver se eu mesma tomo vergonha na cara e consigo assistir com mais calma dessa vez.

Fonte: Ligado em Série e Jovem Nerd

>> Talvez você também queira ler: Stranger Things | Spotify lança playlist especial de cada personagem

MINDHUNTER | David Fincher realmente sabe o que faz

MINDHUNTER | David Fincher realmente sabe o que faz

Se você não conhece o homem, talvez conheça suas obras. David Fincher é responsável por grandes adaptações para o cinema como Clube da Luta e Garota Exemplar, além de ter sido um dos primeiros produtores em House of Cards, primeira série original Netflix. E olha que não citei todos os trabalhos do diretor, porque tem muito mais e que você certamente também deve conhecer. O cara sabe o que faz e Mindhunter é mais uma prova disso.

A história é narrada no final dos anos 70 quando a psicologia criminal começou a ganhar estudos e termos no FBI. Foi quando surgiu o termo serial killer, usado para o assassino que comete crimes sequencialmente. É curioso acompanhar como tudo foi tomando forma e meio cruel ver como a maldade sempre esteve presente na nossa história.

“O que as pessoas não fazem umas às outras. Não há nada que não façam.”

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Holden Ford (Jonathan Groff) em uma de suas entrevistas (Foto: Divulgação/IMDb)

Jonathan Groff é o agente Holden Ford, ele enxerga a necessidade de ir além em casos que fogem do comum, onde tirar a vida de uma pessoa parece não ser o suficiente para o assassino. É uma trama pesada, ainda mais quando sabemos que alguns dos crimes ocorridos são reais e que pessoas realmente vivenciaram aquilo. Sem falar na tranquilidade calculada em cada diálogo que parece te arrastar para o fundo do poço junto com o personagem. Um nervosismo que senti crescer dentro de mim cada vez que os assassinos falavam de maneira tão fria e calma sobre acontecimentos tão macabros.

A série é inspirada no livro que reúne relatos do ex-agente John Douglas, ele fez o que ninguém pensou e queria fazer, foi ele que na época conversou com os criminosos. São homicídios que, por mais que já tenham passado anos, continuam difíceis de digerir. Se buscar uma resposta lógica para determinados acontecimentos hoje em dia já é um absurdo, imagine isso em 1979. David Fincher consegue passar esse julgamento, é capaz que você mesmo se veja julgando durante os episódios.

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O trio capaz de estudar e analisar as mentes assassinas e cruéis (Foto: Divulgação/IMDb)

Mas Ford não está sozinho nessa história. O agente trabalha junto com seu parceiro Bill Tench (Holt McCallany) e ambos acabam ganhando uma nova ajuda nas pesquisas, a professora Wendy Miller (Anna Torv). Cada personagem nessa série merece ser estudado meticulosamente, mas é em Ford que está todo o foco, afinal, ele é o grande cérebro por trás das entrevistas com os criminosos.

A atuação de Groff ao interpretar o agente Ford é impecável. Você entra na montanha-russa junto com o personagem e acaba sentindo um misto de sentimentos por ele, em certos momentos me senti enojada com tamanho fascínio que ele demonstrava pelas mentes assassinas que estudava, mas ao mesmo tempo foi muito difícil não acabar encantada com suas habilidades em conseguir o que queria.

“Como antecipamos os loucos, se não sabemos como os loucos pensam?

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Foto: Divulgação/IMDb

Na verdade, todo elenco te envolve, a química entre eles é maravilhosa. Desde os mocinhos aos grandes vilões. A semelhança entre alguns dos assassinos reais com os atores escolhidos é de assustar. Me vi entrando nos diálogos e querendo desvendar com os agentes os verdadeiros motivos que levaram as tamanhas crueldades.

A primeira temporada possui 10 episódios e apesar de ter achado a trama um pouco lenta no início, já tinha sido fisgada, só não queria admitir. Eu lembro de ter feito uma resenha sobre Making a Murderer, outra série original Netflix, e de ter mencionado o fato de que não são cenas sanguinárias que encontramos na série, apesar de todos os crimes horríveis que elas abordam, mas sim cenas de um horror mais psicológico, aquele que acontece quando temos casos reais de fundo na história.

É claro que algumas pessoas estão assistindo ao seriado e não encontrando toda a genialidade que tanto estão falando, impossível agradar a todos, sempre falo isso. Mas, por favor, vale demais dedicar pelo menos duas horinhas do seu dia, apenas dois episódios para conferir de perto se essa trama realmente não te deixará interessado, ao menos, instigado para descobrir o desenrolar fascinante que essa série tem.

Assista ao trailer:

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Castle Rock | Uma série com os personagens de Stephen King

Stephen King é o rei do terror. Seus livros são sucesso no mundo todo e as adaptações de suas obras ganham destaque no cinema e na televisão até hoje. Castle Rock será uma série com 10 episódios. A ideia é reunir os personagens já criados por King em uma terrível e sinistra história. Assista ao teaser liberado na Comic-Con de Nova Iorque:

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Atypical | O que é ser normal?

Atypical | O que é ser normal?

Sem Spoiler | Atypical é aquela nova série da Netflix que pouca gente deu bola, mas que não deveria passar despercebido

Atypical é mais uma produção original Netflix. Sim, meus amigos, a Netflix anda investindo pesado em conteúdo original. Não, nem sempre a queridinha do serviço de streaming acerta. Mas, por favor, me escutem (ou melhor, me leem) quando digo que Atypical é um daqueles maravilhosos acertos de produção, elenco, enredo, trilha…

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Sam e seu sorriso galante (Foto: Divulgação/IMDb)

A primeira temporada contém oito episódios que duram em torno de 30 minutos cada. Criada por Robia Rashid, mesma criadora de How I Met Your Mother, a série é uma mistura de drama com comédia que te deixará surpreso e encantado por ter feito essa bela descoberta ao apertar o play.

Sam (Keir Gilchrist) tem 18 anos e possui autismo altamente-funcional, o que significa que ele tem maior capacidade, funcionalidade, como o próprio termo diz, do que outros autistas. O jovem ainda está no ensino médio e decide que quer encontrar uma namorada. Vocês não imaginam como as coisas mudam, não só para ele, mas para a família toda, quando decide ir atrás de uma garota para chamar de sua.

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A família de Sam (Foto: Divulgação/IMDb)

“Eu não sei mais quem eu sou. Não sei quem precisa de mim. Certamente não o Sam. Eu não sei o que quero. Eu não sei o que virá depois. Ou o que esperar. Porque tudo está mudando. E eu não sou tão boa sem minha rotina”, Elsa Gardner, mãe do Sam.

Mas não se enganem, Atypical é um pouco além do que a história de um garoto autista que decide namorar. A trama mostra o ponto familiar da situação. Sam vive com seus pais, Elsa (Jennifer Jason Leigh) e Doug (Michael Rapaport), e com sua irmã mais nova, Casey (Brigette Lundy-Paine). Sua mãe, Elsa, sente-se cada vez mais perdida ao encontrar um Sam cada vez mais independente. Doug, o pai, apesar de ter vivido afastado do filho, parece estar se aproximando do garoto que ele nunca soube conviver direito. Já a caçula, Casey, precisa decidir se seguirá com a própria vida ou se continuará por perto para proteger o irmão.

Imagino que esse deve ser o instinto natural da família, proteger e estar presente tanto a ponto de largar a própria vida. Não imagino como seja, não tenho autonomia para dizer se a ficção da série aproximou-se da realidade que acontece com inúmeras famílias, mas pelo que andei lendo a respeito, as pessoas estão felizes com a representatividade. É a primeira série focada em mostrar os diversos lados do autismo.

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(Foto: Divulgação/IMDb)

“Quem disse que a prática leva à perfeição era um idiota. Humanos não podem ser perfeitos, pois não somos máquinas. Infelizmente, o melhor que se pode dizer sobre a prática é que ela leva a melhorias”, Sam.

O preconceito, os olhares alheios e até mesmo as pessoas que acusam a mãe do Sam de se fazer de vítima, acreditem, isso acontece. A trama aborda a questão da normalidade. Ninguém é normal, se formos parar e pensar no assunto. Você é normal? Sua família é normal? As pessoas ao seu redor são normais? Afinal de contas, o que é ser normal? O que alcança a normalidade para mim, pode passar bem longe dela para você. Minha família pode parecer normal aos meus olhos, para olhos desconhecidos ela pode conter sérios problemas.

Encarar a rotina de Sam e seus pensamentos é um toque de sensibilidade que precisamos ter diante do assunto. Saber enxergar a anormalidade que é diferente da nossa compreendendo que o normal não existe (ou se existe, é complexo demais para tratarmos como uma simples questão de preto ou branco, sim ou não). Sam é apaixonado pela natureza, especialmente por pinguins e pela Antártica. É uma grata surpresa conhecer mais sobre essa sua paixão.

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Sam e ao lado seu amigo Zahid (Nik Dodani) que acaba sendo seu tutor nas aulas de conquista (Foto: Divulgação/IMDb)

Os conflitos que cada membro da família precisa lidar, só deixa claro o quanto somos todos meios problemáticos. Ninguém é perfeito. E Atypical entrega que cada um de nós carrega um defeito ou uma personalidade que nem sempre permanecerá intacta. Eu assisti a primeira temporada em dois dias. A Netflix já anunciou que a segunda temporada está confirmada. No meio de tanto conteúdo, é bom demais quando nos surpreendemos de maneira positiva com algo.

Assista ao trailer:

O dia que eu terminei Orphan Black

O dia que eu terminei Orphan Black

Essa semana finalizei Orphan Black. Foram cinco temporadas com dez episódios. A série que inicialmente pertencia a BBC, teve seus direitos vendidos para a Netflix ainda na terceira temporada. Criada por Graeme Manson e John Fawcett, conta com a maravilhosa Tatiana Maslany no elenco e só, temos 956864 personagens interpretados apenas por ela. Mentira. Não é só ela. Mas só dela são 91228 personagens sim.

Brincadeiras a parte, é preciso enaltecer o grandioso trabalho da minha quase xará, Tatiana Maslany. A canadense interpretou o Clone Club como ninguém. Dando vida e personalidade distintas a cada uma das sestras que inseriam na trama. Foi fantástico acompanhar o desenvolvimento e a descoberta de cada personagem. Claro que nem todas tiveram um grande peso na história, mas até mesmo as que apareciam brevemente mostravam suas diferenças e me faziam esquecer que era a mesma atriz ali interpretando todas elas.

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Sarah e Helena, ambas interpretadas por Tatiana Maslany (Foto: Reprodução/IMDb)

Mas vamos a história, se é que consigo explicar essa história. Baseada em uma ficção científica, eu terminava cada episódio com mais dúvidas. Não sei vocês, mas sou o tipo de pessoa que começa a assistir a série, não entende nada, adora mesmo assim e continua assistindo na esperança de que uma hora o raciocínio vai pegar todos os termos científicos e biológicos que eles usam nos diálogos. Só que, vocês sabem, na real acabamos entendendo apenas um terço que é aquele que buscamos nas teorias da internet pois, graças a Deus, sempre tem um ser iluminado nesse mundo virtual para nos ajudar.

Tudo começa quando Sarah Manning encontra uma de suas clones cometendo suicídio. Não, Sarah não sabe de nada, não entende porque Beth (a policial que se joga na frente de um trem) é parecida com ela e tirou a própria vida dessa maneira. É onde as coisas começam. Ao pegar a bolsa e os documentos da policial é quando ela acaba entrando no universo do Projeto Leda, que fora o que deu vida a ela e suas diversas clones que estão espelhadas pelo mundo.

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Foto: Reprodução/IMDb

As principais clones e que são mais aprofundadas durante a série são Cosima, a nerd cientista que consegue simplificar e ajudar na hora de entender melhor o que está acontecendo; Helena é a ucraniana que sofreu durante sua infância em um convento e acabou criando alguns problemas psicológicos; Alisson é a dona de casa com a vida perfeita, ou quase perfeita, que faz um papel de mãe no Clone Club e mesmo não querendo acaba cuidando e acalmando as sestras; Rachel é a clone má que é capaz de qualquer coisa para continuar no poder; e Sarah é a que protege e luta por todas elas, não que as outras não façam isso, no decorrer da trama vamos acompanhando a conexão que elas vão construindo episódio após episódio, mas é ela quem enfrenta grandes problemas e vilões.

Por falar em vilões, todas as clones acabam tendo que lidar com os capangas que aparecem de tudo quanto é lugar para acabar com elas. Não pense que apenas as clones são importantes na história, temos a Siobhan, “Mrs. S”, que é a mãe adotiva da Sarah e Félix, seu irmão adotivo; Donnie é o marido da Alisson; Art é o detetive que era parceiro da Beth; Delphine é a namorada de Cosima e é lindo ver as alianças que ambos vão criando até se tornarem essa grande família que apelidamos de Clone Club.

orphan black clone club
Foto: Reprodução/IMDb

Foram cinco temporadas eletrizantes! Sorrimos e choramos com as descobertas de novos clones. Sentimos ódio e pena da Rachel. Não entendemos diversos dos diálogos, é verdade. Ficamos desapontados com a terceira temporada que acabou sendo a mais fraca da história. Mas fomos muito bem recompensados com essas duas últimas temporadas, principalmente, com os episódios finais. É sempre difícil acompanhar o fim de uma série, frustrar-se com o final que não era parte daquilo que você imaginou como seria, só que de vez em quando somos fisgados mesmo na hora do triste adeus.

Sentirei falta de acompanhar o grandioso trabalho não só da Tatiana Maslany, que eu continuarei enaltecendo até que ela ganhe um reconhecimento maior no cinema, mas de todos os atores e produtores. Souberam finalizar e encher nossos corações de amor e já de saudade perante a despedida.

“Minha história é um emaranhado de vários princípios e nenhum final.”
Sestra Helena

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Foto: Reprodução/IMDb

 

O dia que eu terminei Sons of Anarchy

O dia que eu terminei Sons of Anarchy

Eu nunca pensei que fosse gostar tanto de uma série nesse estilo. Motoqueiros, gangues, tiros e drogas nem sempre foram minhas preferências no quesito seriados, mas depois que comecei a assistir Sons of Anarchy me vi, mais uma vez, pagando a língua e me viciando em algo que eu jurava que não passaria da primeira temporada. My mistake. Falha minha.

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Foto: Reprodução/Tunefind

Meu máximo respeito e reconhecimento a Kurt Sutter, o criador dessa obra-prima. O cara além de escrever, produzir e dirigir essa história fantástica, deu vida a um personagem, Otto, e um show em atuação! Por falar em atuação, que time de atores! Que sintonia entre personagens e todo o elenco! Eu vou passar a minha vida enaltecendo Sons of Anarchy onde cada personagem foi tão bem elaborado e atuado, que até mesmo uma moradora de rua acabou sendo importante para a trama.

Tudo gira em torno do Jackie Boy, que na real é Jackson Teller e que também é chamado de Jax,  esse cara é do tipo que vive fazendo promessas que não é capaz de cumprir, pelo menos, a maior parte delas. Jax faz parte de um clube de motociclistas, a herança que ele teve do falecido pai, John Teller. O bad boy que irá encher seu coração de amor, depois ódio, admiração, depois ranço, orgulho, depois nojo (eu não estou brincando, tu vai querer entrar na série só para dar na cara dele), tenta tirar o clube do crime e situações que vivem colocando a vida de todos em risco. Trazer legalidade para SAMCRO (Sons of Anarchy Motorcycle Club, Redwood Original) era um desejo que seu pai morreu sem realizar.

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O famoso Jackie boy (Foto: Reprodução/PapodeHomem)

Não existem mocinhos em Charming, cidade fictícia onde praticamente todos os derramamentos de sangue acontecem. São conflitos entre gangues que lutam pelo seu próprio território. Existem os mexicanos, os chineses, os negros, os nazistas e acreditem quando disserem por aí que você verá de tudo na série, porque verá mesmo! Além de todos os grupos, existem os policiais, é claro, e os filhos da anarquia (Sons of Anarchy) que contrabandeiam armas e se envolvem cada vez mais em acordos que colocam em risco a segurança deles e do clube.

Vocês até podem tentar defender alguns dos personagens, mas no fundo suas escolhas serão sempre entre o menos pior, afinal, todos ali têm um pé na vilania. Juice, Opie, Chibs, Tig, Clay, são alguns dos motoqueiros que irão fazer suas cabeças durante as temporadas. Gemma e Tara dividirão opiniões. Confusões familiares que farão os barracos dos casos de família parecer fichinha perto da série. Logo após a primeira temporada fica fácil entender que a série é muito mais do que um moto clube tentando se legalizar.

Foto: Reprodução/Blogs.Lanacion

A conexão e a sintonia de todo o enredo é maravilhosa. Eu maratonei as setes temporadas porque simplesmente não conseguia parar de assistir. Sabe quando cada episódio termina com o desfecho certo para te deixar angustiado para o próximo episódio? Apenas a terceira temporada que teve um desenrolar mais fraco, onde o clube acaba indo para Irlanda recuperar Abel, filho do Jax que tinha sido sequestrado pelo IRA (Exército Republicano Irlandês) que na real são uma das maiores organizações que traficam armas. ISSO PORQUE FOI FRACO, HEIM! Mas, para mim, essa terceira temporada teve uma das melhores season finale, apesar do desenrolar fraco.

Por falar em season finale, eu sei que posso estar sendo muito pretensiosa em afirmar isso, pois cada um te um gosto e não adianta, o que foi espetacular para mim, pode acabar sendo legalzinho para outra pessoa, mas o final dessa série, meus amigos, foi a melhor coisa que já assisti. Eu não terminei muitas séries, verdade, mas as que tinha finalizado sempre me deixavam com aquela leve decepção batendo na porta. Só que Sons of Anarchy me encheu com aquela sensação que temos quando terminamos de assistir algo extremamente genial e que, muitas vezes, nos perguntamos como demoramos tanto tempo para assistir aquilo. A trilha sonora também é perfeita, toda história é acompanhada por clássicos e ritmos que te ajudam a sentir melhor a pegada da série.

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Gemma, mãe do Jax e ao fundo o próprio Jax com sua mulher, Tara. Vocês não imaginam toda a fucking história que se passa com esses três (Foto: Reprodução/FlushtheFashion)

É sempre complicado falar daquilo que favoritamos, não é? Faltam elogios, as explicações parecem vagas demais comparadas com a real história que você acompanhou, a realidade de que podem surgir pessoas do além falando que a trama nem é tudo isso que dissemos, você parece entrar num barco que não será capaz de te levar ao destino certo quando começa esse tipo de resenha. Mas espero ter alcançado pelo menos uma alma que acompanha esse blog.

Sei que esse post era pra ser um relato do dia que terminei Sons of Anarchy e acabou sendo um apelo para que todos assistam Sons of Anarchy. É que estou até agora impactada com a história que acompanhei, mais de um mês depois e ainda não me recuperei, gente, é fantástica demais, genial demais, foda demais, com todo o perdão da palavra. Assistam e me digam se estou exagerando ou coberta de razão.

Projeto 20 coisas: séries preferidas

Projeto 20 coisas: séries preferidas

Fala galerinha do meu canal, tudo beEPA, rede social errada! Quem acompanha o Escritora de Quinta já está por dentro de algumas interações que andaram rolando por aqui. Se você anda meio perdido, se acalma e ajeita a cadeira aí que essa é mais uma interação (e a oficial) do Projeto 20 Coisas! O projeto fora criado pela Helô, do Onde Cê Vai Loko e pela Mi, do Michellandia. A postagem a seguir é da Hanna, que veio indicar as 20 séries preferidas que ela assiste. Depois não deixem de acessar o blog dela porque eu andei falando dos meus 20 personagens favoritos por lá.

projeto20coisa

Olá meu povo, como estamos? Para quem não me conhece, meu nome é Hanna Carolina e sou a dona do Mundinho da Hanna. Hoje, em especial, estou aqui de passagem no Escritora de Quinta para fazer um post muito legal sobre séries. Vou comentar sobre as séries que assisti e se tornaram as minhas favoritas. Será que vocês já assistiram algumas delas? Só lendo para saber! Então chega mais! =)

  1. Sherlock

Nossa! Já falei várias e várias vezes o quanto Sherlock é bom! Primeiro porque sou suspeita pra falar, já que sou a louca por Sherlock Holmes (rsrsrs)… E segundo porque é muito boa mesmo! Todo mundo aqui, mesmo que nunca tenha lido suas aventuras, sabe pelo menos a referência do “elementar, meu caro Watson” e sabe o que significa ver o cara com um cachimbo, uma capa imensa e um chapéu de detetive consultor. Nessa série em especial, ao contrário dos livros e filmes, a história se passa com Sherlock Holmes e seu fiel escudeiro Watson vivendo em pleno século XXI. Então eles usam celulares, Dr. Watson escreve num blog… É tudo bem moderninho, porém sem perder o clássico da dupla investigativa e da ciência dedutiva do Sherlock (os atores também são muito bem escolhidos e, caso não saiba, o ator que faz o personagem do Sherlock também foi o que fez Dr. Estranho no filme ano passado).

2. NCIS – New Orleans

Eu amo séries policiais e não poderia deixar de falar dessa. Eu sei que tem várias franquias de NCIS, mas a minha favorita é a de New Orleans. Os atores são mais legais, os casos eu também acho mais interessantes, mas vou confessar que o que gosto mesmo são das músicas da série! A da abertura foi a que me conquistou e logo depois eu vi que a banda também toca as outras músicas que aparecem na trama. Nem preciso falar que acabei baixando os cd’s da banda e fico ouvindo em casa o tempo todo, né? =p

3. The Catch

Traduzido aqui no Brasil como “A Jogada”, essa série infelizmente foi cancelada, porém eu me apaixonei pelo enredo. É uma história envolvente e que sempre te surpreende porque quando você pensa que não vai mais acontecer nada, no final do episódio acontece uma coisa que te deixa de boca aberta, afinal, você não esperava que fosse acontecer… Ainda mais do jeito que aconteceu… Essa é a história de Alice Vaughan, uma detetive que tem uma agência de investigação e é noiva de um cara que só faz parte de uma gangue altamente especializada em dar golpes. Nem preciso dizer que o cara só tá noivo dela para dar o golpe nela e ferrar com a empresa, né? Mas ela descobre e fica naquele jogo de gato e rato. Apesar dela saber a origem do cara, fica mais apaixonada, e ainda rola o lance de perigo no meio, para dar uma apimentada a mais na relação. Não tenho muito o que explicar, só vendo mesmo para saber… =)

4. WestWorld

westworld
Foto: Reprodução/Pinterest

Essa série é novíssima e estreou ano passado, mas está entre as minhas favoritas. Ela se passa num futuro não muito distante, onde as pessoas começam a investir em Inteligência Artificial. Logo dois amigos se tornam sócios e criam um parque chamado West World, onde todos os personagens são androides e tem um sistema de pensamento tão avançado que eles mesmos se atualizam e começam a pensar como nós. O agravante do parque é que ele foi feito para tudo ser liberado. Tudo o que você não tem coragem de fazer perante a sociedade, você é livre para fazer lá dentro. Ou seja, roubos, mortes, estupros… Tudo é permitido lá dentro, pois os androides são feitos com estruturas que lembram carne, osso e até os sistemas orgânicos que temos. Logo, você sabe que está fazendo tudo aquilo com um robô, no entanto, a sensação é como se fosse com uma pessoa de verdade. A vantagem é que você pode fazer o que quiser com eles, mas eles não podem revidar, já que são programados para não ferir os humanos. Até que atualizações acontecem, os androides começam a ter lembranças de fatos passados e… coisas começam a acontecer… Para quem curte uma boa ficção científica, essa é a série certa! 😉

5. Sleepy Hollow

Essa já é conhecida de algumas pessoas, porém para mim é nova. Ela se passa numa cidadezinha dos EUA, onde tudo é perfeitamente normal, até que começam a aprecer pessoas decaptadas sem motivo aparente. Logo surge também um cara que se diz ter sido soldado do General Washington pela liberdade dos EUA… Em meio a essa loucura, apenas uma detetive acaba acreditando no tal soldado, pois ele fala de coisas que apenas ela sabia, lembranças de infância. E assim começa a busca dos dois, para combater as forças do Mal que despertaram na cidade e vem para trazer o Apocalipse. Quem assiste a história sabe que ela é baseada no filme ‘A lenda do cavaleiro sem cabeça’. A série é assim também, um cavaleiro sem cabeça, que aparece do nada decaptando as pessoas, com o diferencial desse soldado que acorda junto para combatê-lo. Eu gosto da série, apesar de também ter sido cancelada… =/

6. Once Upon A Time

Imagina ter todos os personagens que você só conhecia dos livros de contos de fadas vivendo no mundo real, numa cidade só deles? Assim é a pacata Storybrook, uma cidade onde todos os moradores são personagens de contos de fadas. E mais, sabe tudo que você pensava sobre os personagens e o lance de finais felizes? Esqueça, porque nessa série as coisas são muito mais antigas e muito mais complicadas do que você imaginava. Logo você vai ver que todos os personagens tinham passagem nas histórias dos coleguinhas. Cada um influenciou para o bem ou para o mal o final de cada personagem. A Rainha Má não é má por acaso, o fato de querer sempre matar Branca de Neve tem a ver com o passado… A Bela e a Fera tem um fundo mais sombrio do que se possa imaginar… Peter Pan foi quem mais me surpreendeu, pois nunca tinha pensado nele dessa forma… E assim foi… E como são personagens da Disney, a cada temporada aparecem mais e mais personagens, a imaginação rola solta, afinal, tudo começa com “Once upon a time”.

7. DC´s Legends of Tomorrow

Há quem diga que é uma cópia de Dr. Who, mas nem ligo. Continuo assistindo mesmo assim… =p É uma série na qual heróis que não são tão valorizados nas suas histórias originais saem viajando pelo tempo, arrumando o que eles chamam de aberrações temporais, fatos que podem acabar com o tempo como o conhecemos e mudar drasticamente o futuro de toda a humanidade. Então eles saem do seu tempo para se tornarem as “lendas de amanhã”. Dizem que eles são cópia de Dr. Who por causa da nave, a capacidade de viajar no tempo e o Rip Hunter, que é o primeiro capitão da nave e da equipe… Mas a série é muito boa e recomendo que assistam e tirem suas próprias conclusões.

8. Gotham

Óbvio que não poderia deixar de falar do meu super herói favorito, o Batman! Apesar da série não falar do Batman propriamente dito, ela fala da cidade quando o homem morcego era ainda uma criança/adolescente. Então toda a ação fica para o Gordon, que ainda é um simples detetive e conta como os outros vilões surgiram. Aos poucos estão sendo explicadas as origens do Pinguim, Xarada, Hera Venenosa, entre outros. Uma série bem filmada, e com todo o clima sombrio que a história do Batman pede. Nada daquele tipo super herói que os filmes romantizavam, mas o que os quadrinhos falavam… Um anti-herói, que não seguia regras… A cidade é no mesmo estilo… Tudo é mais sombrio, tudo é mais perigoso.

9. Game of Thrones

Essa série se tornou a minha queridinha, desde que comecei a ler os livros. Nem preciso dizer o quanto estou ansiosa, tanto pela estreia da nova temporada, quanto pelo enfim lançamento do sexto livro, que espero há anos… =/ Game of Thrones é para quem gosta de sofrer, pois o autor não tem a mínima pena de matar seus personagens, principalmente os que são mais amados pelo público. Nela tem dragões, feitiços, zumbis, tudo que se possa imaginar. Fora as referências históricas, figuras como Átila, o Huno, Alexandre, o Grande, Aquiles e tantos outros não são inclusos com esses nomes, porém se parar para pensar com cuidado, você vai ver que os personagens no fundo são inspirados nesses grandes personagens da História.

10. House

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Foto: Reprodução/MtsProduções

Como não amar (e também não odiar) esse médico? House é um médico muito requisitado, porque sempre cura seus pacientes. Mas antes disso, ele humilha, xinga, não mede esforços para deixar todos a sua volta para baixo. Uma pessoa dessas deveria era afastar todos a sua volta; todo mundo o odeia, mas continua perto dele, porque ele tem um jeito de resolver os sintomas das doenças de um jeito único. No início eu não curtia House, mas depois a série foi tomando espaço no meu coração e hoje até gosto dela.

11. Bones

Outra série que, apesar de antiga, para mim é nova. Bones na verdade é um apelido dado para uma antropóloga forense que trabalha com arqueologia forense no melhor instituto do mundo dessa área, o Jefersonian. Logo seus estudos chegam ao conhecimento do FBI, que contrata a equipe do instituto para resolver alguns casos até então impossíveis de solucionar. Logo você simpatiza com a equipe, que forma os casais entre si e com a própria Bones, uma mulher bonita e boa no que faz, no entanto, gosta de mostrar o quanto é inteligente para todos e para o mundo. O que me irrita um pouco nela é que ela fala demais e tem a necessidade de demonstrar conhecimento o tempo todo, mas os amigos a sua volta dão o toque de comédia até a resolução dos casos.

12. Penny Dreadful

Se você curte personagens dos clássicos da literatura mundial, não pode deixar de ver Penny Dreadful. Ao contrário dos personagens de Once Upon A Time, nessa série você vai encontrar os clássicos como Drácula, O Médico e O Monstro… E por aí vai. São os clássicos do terror. É uma série de 3 temporadas apenas, mas que tira o fôlego com os personagens que aparecem.

13. CSI

Comecei a gostar de séries policiais vendo CSI. Ela tem várias franquias, mas a minha favorita semre vai ser a original, que se passa em Las Vegas. Primeiro porque nas primeiras temporadas o chefe da equipe é um entomólogo. Nem preciso dizer que a bióloga que vos escreve ficou toda feliz e queria até fazer a prova para perita da Polícia Federal vendo os episódios dessa série! Eu desisti da ideia da prova, mas a série é muito boa e caiu entre as minhas queridinhas do coração! =)

14. The Big Bang Theory

Todo nerd que se preze já viu pelo menos um episódio dessa série. Com um toque e tanto de comédia, TBBT conta a história de 4 amigos nerds que trabalham em universidade e sobre como eles convivem com a sociedade. Confesso que comecei a assistir sem esperar nada por ela, mas logo me apaixonei, ainda mais porque em cada personagem da turma eu vejo algum dos meus amigos. =p Me identifico muito com essa série e assisto todo episódio dela!

15. Law and Order

Essa foi mais uma que me fez me apaixonar por séries policiais. Ela conta as histórias da Unidade de Vítimas Especiais, ou seja, abuso sexual. Além disso, ela mostra sem pudor o quanto as coisas podem ser podres até do lado dos “mocinhos”. Sempre tem uma fruta podre no meio do cesto e eles são mestres em descobrir isso.

16. Friends

Toda geração já viu pelo menos um episódio de Friends. Quem não dava altas gargalhadas com essa turma? Principalmente quando estavam juntos? É uma nostalgia quando consigo ver um episódio da série na TV… =)

17. Two and Half Men

Outra série nostálgica para mim. Ver os dois irmãos tentando tomar conta do filho de um deles é a coisa mais engraçada. Ainda mais porque o garoto é louco pelo tio, a “má influência”, porém é quem sustenta o irmão e o sobrinho com as musiquinhas de comercial.

18. Máquina Mortífera

Essa entrou para minha lista de queridinhas também. O sfilmes que tem da dupla de policiais viraram quase um clássico, tanto que agora tem a série. O enredo é o mesmo: o policial certinho que acabou de passar por uma cirurgia do coração (que inclusive é feito pelo chefe da família em Eu, a patroa e as crianças) e o policial que é genro do chefe de polícia, mas quer se matar depois de perder a esposa. Logo eles são obrigados a trabalhar como parceiros. O que no início não daria certo, logo se torna um laço de amizade… Um vê uma família onde achava que não teria mais nada, o outro acha mais motivos para ser policial, além da vida monótona.  Eles se tornam uma dupla improvável, porém também imbatível e resolvem os crimes com muito humor, mas sem deixar a “responsa” de lado… =)

19. Supergirl

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Foto: Reprodução/Judão

Apesar de não ser muito chegada na história do Superman, a da prima dele caiu nas minhas graças. Kara é uma jornalista na Cath Co e trabalha secretamente como Supergirl numa agência que protege a Terra contra alienígenas. Tem muita coisinha que lembra o Superman, mas até que é uma história fofinha e acabei gostando… =)

20. Chicago Med

Para finalizar, me deixe falar dos médicos mais lindos que já vi numa única série. Chicago Med trata do que acontece no hospital de mesmo nome. Então, são emergências, conflitos dos médicos entre si e com eles mesmos, romances, tragédias… tudo no mesmo prédio. Essa é uma franquia, pois as séries são vinculadas e tudo acontece em Chicago: Chicago PD, Chicago Fire e Chicago Med. Agora tem Chicago Justice também, mas ela não fez tanto sucesso assim e foi cancelada na primeira temporada.

E… ufa! Missão dada é missão cumprida! Aqui estão as minhas séries do coração! E aí pessoal, gostaram? Já tinham visto alguma delas?

Bjks e muito obrigada pelo convite Tati! =)

 

O dia que eu terminei How I Met Your Mother

O dia que eu terminei How I Met Your Mother

O título do post já diz sobre o que se trata. Tem spoiler. Tem alguns xingamentos. Provavelmente algumas lágrimas também. Foram nove temporadas televisionadas de 2005 a 2014, mas que assisti de 2015 a 2017 graças a Netflix.

Demorou. Passei meses me arrastando para assistir a nona e última temporada. Mais meses quando percebi que faltavam apenas dois episódios. Last forever, parte um. Last forever, parte 2. Last forever que eu não queria aceitar, afinal, como vai ser daqui para frente quando eu estiver tendo um dia ruim, quando eu simplesmente estiver me sentindo na merda, como eu vou fazer sem a dose de alegria e amor que How I Met Your Mother me passava a cada novo episódio?

“O que importa não é o destino. E sim a jornada.”

São tantas as lições que aprendemos e podemos tomar nota em um caderninho para levar na vida real… Por exemplo, todo fã sabe que nada de bom acontece depois das duas da madrugada. Sabe também que não será fácil manter os amigos queridos por perto, mas que sempre tem aqueles que valem o esforço. Tatuagens? Só se não estivermos bêbados ou emotivos. Ah, e por falar em bêbados, as ideias que temos quando estamos a base de álcool não são as melhores, já está na hora de reconhecermos isso.

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Foto: Reprodução/TheDailyBeast

O Barney não valia muita coisa, mas graças a ele pudemos aprender que ao invés de ficarmos tristes podemos mudar isso e ficarmos incríveis. Simples. É tudo uma questão de pensamento. As tantas namoradas do Ted nos ensinaram que se estamos apenas ficando ou conhecendo uma pessoa, ela não precisa estar nas fotos que tiramos nos eventos e datas especiais, a Lily jamais aprovaria isso e é sensato não estragarmos esses momentos fotográficos importantes.

As pessoas sempre terão alguma receita para a ressaca, a gente só tem que acreditar que é a receita certa. Nós temos que nos certificarmos de que não estejamos só pensando, pensando e pensando. Precisamos de fato fazer o que pensamos, certo? E as coisas que fizermos de lendário nessa vida terão um significado bem maior se tivermos nossos amigos por perto.

”Todos nós tomamos decisões estúpidas… Mas o tempo pode pegar uma decisão estúpida e transformá-la em algo totalmente diferente.”

HOW I MET YOUR MOTHER
Foto: Reprodução/Cliff Lipson/CBS

Durante as temporadas também aprendemos que a vida não é como esperamos e logo, o final da série também não poderia atender todas as expectativas (que pelo menos eu criei, não sei vocês, mas não foi fácil aceitar esse fim não). Como eu chorei quando a Mother entrou no McLaren’s para fotografar todos juntos. Nem vamos falar como eu estava quando apareceu a rápida cena do Ted e ela (Tracy) no hospital. Sério. O cara leva anos (nove temporadas, em termos de séries) para conhecer o amor da vida dele para perder esse amor assim? Desse jeito? De um episódio para o outro?

Poderiam ter feito mais duas temporadas com os dois juntos, seria muito? Eu sabia o que acontecia, mas não estava preparada. Acho que a bronca maior foi essa. Só que, como eu disse, as coisas não são como esperamos e essa história não era sobre Tracy, era sobre o Ted, sobre Lily, Marshall, Barney, Robin e sobre como a vida acaba unindo as pessoas e o tempo afastando-as. Sobre como o destino gosta de rir da nossa cara. Sobre como não devemos desistir de algo que sonhamos, por mais difícil que seja. Ted Mosby é o exemplo vivo do quanto a gente pode ser trouxa em nome do amor e ainda acreditar e esperar pela pessoa certa.

How I Met Your Mother
Foto: Reprodução/CBS via Getty Images

Acompanhar a história desses cinco é algo tão gostoso de fazer que você não sente o tempo passar. E a amizade que eles cultivam naquela mesa de bar é tão linda que não tem como a gente, entre uma temporada e outra, se sentir grato por estar com os próprios amigos em algum bar vivendo a própria história, comentando os próprios acontecimentos. Claro, nós nunca que iremos fazer algo tão lendário como assistir uma luta entre robô e lutador, mas aquece um pouco nossos corações que estejamos fazendo nossa própria jornada. Ou que tenhamos mais vontade de trilhar nosso próprio caminho e ter nossas próprias histórias para contar as crianças.

Recentemente a Netflix anunciou que a série será removida do catálogo em julho, devido ao contrato com a FOX. Mas ainda temos algum tempo para revermos os melhores episódios. Aconselho que vocês assistam uma última vez o episódio 24, Something New, da oitava temporada; o 8, Spoiler Alert, da terceira temporada; o 12, Girl vs Suits, da quinta temporada; o 11 e 12, The Final Page, da oitava temporada; o 16, How Your Mother Met Me, da nona temporada; o 4, Intervention, da quarta temporada; o 9, Disaster Averted, da sétima temporada; AI MEU DEUS EU TÔ LISTANDO TODOS OS EPISÓDIOS! VAMOS TER QUE ASSISTIR TUDO DE NOVO, GENTE, ACABEI DE DECIDIR AQUI!

HIMYM
Foto: Reprodução/Previamente
Girlboss: sim, mais uma série original Netflix

Girlboss: sim, mais uma série original Netflix

“Na vida, a única pessoa que pode fazer você feliz é você mesma. A grande mentira é que precisamos de outras pessoas. Mas, não. A verdade é que todos nós morremos sós.” (S01E11)

Girlboss
Foto: Divulgação/Netflix

Mais uma série original Netflix chegou para viciar a gente: Girlboss. A trama é inspirada na autobiografia da Sophia Amoruso, dona de uma loja virtual, Nasty Gal. Entrou no catálogo em plena sexta-feira de feriado (21) com 13 episódios que quase não passam dos 30 minutos cada. Sério, é para você maratonar tudo em um dia só, num piscar de olhos.

A criadora da série, Kay Cannon, ficou conhecida em seu trabalho como roteirista nos filmes de A Escolha Perfeita. E dessa vez ela nos trouxe Sophia Marlow, já que logo no começo dos episódios somos avisados que estamos assistindo uma releitura livre (bem livre) de acontecimentos reais. Ou seja, se você leu o livro não pode esperar uma adaptação tão fiel, mas acredito que chega bem perto da essência, se é que me entendem.

“As coisas deveriam melhorar. Não existe garantia de que isso seja verdade. Para várias pessoas, a vida vai de mal a pior e acaba por aí. Nunca descobrem para que foram colocadas neste maldito planeta. Apenas vivem e depois morrem e vão tirar um grande cochilo na lama (…) Minha vida tem que ser melhor do que isso.” (S01E02)

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Foto: Reprodução/Netflix

Sophia é uma personagem egoísta, mimada e que se recusa a entrar na vida adulta. Mas calma, a história toda é contada de maneira leve, com uma trilha sonora maravilhosa e um figurino tão impecável que você não tem tempo para ficar criticando a garota. Vai por mim. E em alguns momentos até que é possível se identificar com algumas fases daquela que podemos chamar de blogueira da década passada. Sério, ela começou a empreender repaginando e vendendo roupas de brechó numa loja virtual no Ebay. Só depois criou um site. É o tipo de processo que vale a pena acompanhar para se inspirar.

Outro ponto alto da série são as referências do começo dos anos 2000. Tem The O.C e quando digo isso, digo que tem até um remake com a cena da morte da personagem que vocês sabem quem (e se você não sabe, olha, vai ter spoiler, se prepara). A separação do Justin Timberlake e Britney Spears. E uma simulação de como eram as conversas realizadas em fóruns (que dá para gente imaginar como seriam as conversas em grupos de whatsapp que temos aos montes hoje em dia). Sem contar nas participações especiais de Andre Charles, sim senhores, RuPaul para alegrar mais ainda os dias e noites de vocês.

Girlboss
Foto: Divulgação/Netflix

“A vida adulta é aonde os sonhos vão para morrer. Cresça, arrume um emprego, vire um robô. É isso. Depois acabou. A sociedade só quer colocar todos em uma caixa. Bom, sabe de uma coisa, sociedade? Não existe caixa (…) Só preciso achar um jeito de crescer sem me tornar uma adulta chata.” (S01E01)

Narrada em um ritmo bem gostoso de assistir, a série me conquistou do começo ao fim. Nem mesmo a Sophia acreditava no seu sucesso. A garota tinha um problema de maturidade que me deixou bem orgulhosa ao ver que de pouquinho em pouquinho ela ia superando e reconhecendo os próprios defeitos, que é o que acontece com todos nós. Por mais que não queiramos crescer, é inevitável, então temos que tentar buscar um jeito de fazer isso, o nosso próprio jeito.

Tem comédia, tem reflexão e sim, tem romance. Nada no estilo surreal, mas também nada que seja parecido com as tramas que conhecemos todas trabalhadas na profundidade. É uma boa história para passar o tempo, perceber que você precisa de uma jaqueta nova e ficar pensando em colocar para vender as roupas que não usa mais, afinal, também precisamos de uma grana.

Assista ao trailer:

Agora esse vídeo a mais para você ter uma noção da pegada girlboss da série e como ser uma: